Os 7 Segredos da Autoestima: Episódio Completo – Capítulos 01 a 06

Os sete segredos da autoestima ©Alfarrábios da alma, 2023
Sumário

Este vídeo apresenta os 7 segredos da autoestima, um curso completo sobre como melhorar a sua autoestima e viver melhor consigo mesmo e com os outros. Você vai compreender o que é a autoestima e como ela é construída a partir do meio externo, mas como ela também pode ser desenvolvida a partir da sua intuição, da sua alma. Você vai aprender sobre como você absorve os conhecimentos das pessoas, que acabam se tornando seus juízes internos e como você pode se libertar desses juízes, vivendo pelos seus próprios princípios e melhorando a sua relação com as pessoas. Por fim, vai compreender a importância de comunicar-se com a sua alma por meio da intuição e da meditação, para que você sinta o amor próprio e amor pelos outros, tornando sua vida mais plena e expandindo continuamente a sua consciência.

Boas Vindas e Apresentação do Vídeo

Você tem problemas de autoestima? Você se sente rejeitado, inadequado e até mesmo ridículo? Está sempre tentando agradar as pessoas e tem a sensação de que ninguém gosta de você? Então fica comigo, pois eu vou revelar aqui 7 segredos para você melhorar sua autoestima e viver melhor consigo mesmo e com os outros.

Apresentação da Série

Este episódio faz parte da série “Os Segredos da Alma”, do canal Alfarrábios da Alma, em que eu trago para você alguns toques que eu aprendi ao longo da minha vida como sannyasin, praticando, experimentando e vivenciando a espiritualidade no meu dia a dia, na minha rotina, de onde eu sempre procuro extrair o aprendizado para a minha alma. 

Esses segredos também vêm de muitos livros, audiolivros, vídeos, cursos, palestras e dos muitos mestres da sabedoria que me orientaram e me ajudaram a seguir um caminho espiritual. Afinal, ninguém é uma ilha! E tudo que inventamos ou descobrimos é sempre proveniente daqueles que vieram antes de nós, os precursores do conhecimento e da sabedoria, desde os primórdios da humanidade.

Sou muito grata a todos aqueles que me ensinaram, por bem ou por mal, na alegria ou na tristeza, na facilidade ou na dificuldade, no trabalho ou na diversão, pela dor ou pelo amor! E sou grata a você por estar aqui comigo hoje! 

E que eu possa ser útil a você, mesmo que você não concorde com o que eu digo! Mesmo que você discuta comigo! Afinal o seu arcabouço de conhecimentos e de experiências é diferente do meu, porque cada ser humano é único e especial! E isso é maravilhoso, pois cada um pode agregar ao outro mais conhecimentos e experiências! E assim todos vamos todos expandindo nossa consciência para nos unirmos à Existência!

Apresentação do Episódio

Nesse episódio da série “Segredos da Alma”, nós vamos tratar dos “7 Segredos da Autoestima”. O episódio tem aproximadamente 1 hora de duração e está dividido em 6 capítulos, na playlist “Os 7 segredos da autoestima”, que está na descrição do vídeo. Se você chegou de paraquedas nesse capítulo e quiser assistir aos outros, é só adicionar às suas playlists!

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1 Autoestima e a Outroestima

Neste capítulo, nós vamos falar sobre a Autoestima e a Outroestima. Você nunca ouviu essa palavra “outroestima”, não é mesmo? Mas você já deve imaginar do que se trata, não? Eu vou explicar direitinho o que eu quero dizer com essa tal de outroestima e o que ela tem a ver com a sua autoestima.

Autoestima é a estima que você tem por si mesmo. É a forma como você se vê e se ama, ou não se ama. Autoestima tem muito a ver com autoconhecimento, ou seja, conhecer a si mesmo, compreender como você é, como você está se desenvolvendo, evoluindo e então aceitar-se plenamente.

Logo também tem a ver com auto aceitação, que significa que você se aceita completamente, com todas as suas virtudes e defeitos. Que você não se condena, não se critica, mas se observa e analisa, na medida das condições que você tem para se modificar, se melhorar e para se aceitar ainda mais.

Isso parece bem fácil quando nós olhamos no espelho, quando afirmamos para nós mesmos, quando estamos fechados em nossos próprios pensamentos, em nosso quarto, sem ninguém. 

Ocorre que nós não vivemos sozinhos. E quando o outro entra no jogo, as coisas ficam um pouquinho mais complexas, porque aquele conceito de autoestima que só depende de você mesmo já não funciona tão bem.

Quando o outro entra em sua vida, você provavelmente vai querer ser aceito pelo outro. Se não, você estará fadado a viver sempre em conflito com o outro. E o outro pode ser muita gente. A começar pelos seus pais, seus irmãos, seus tios e tias, os primos e primas, os amigos, os da sua igreja, da sua escola, do seu trabalho, os amigos da balada, seu namorado ou namorada, seu marido ou esposa e assim a lista vai aumentando.  E “o outro” pode ser só um conceito genérico para representar todo mundo. Porque, às vezes, não importa para você quem é o outro, você quer ser bem visto por todos na sociedade e ponto.

Desde pequenos, somos acostumados a viver em sociedade, o que significa que a nossa auto-qualquer-coisa, ou seja, autoestima, autoconhecimento, autoaceitação e outros autos e baixos, vai ser testada vigorosamente. 

O que acaba acontecendo é um descompasso. Porque simplesmente não sabemos lidar com isso. Não conseguimos manter o equilíbrio entre o que oferecemos a nós mesmos e o que oferecemos ao outro.

Quando éramos bebês, tudo era para nós. Bastava chorar e fazer beicinho e todo mundo estava lá para trazer o seu leitinho. Todos te agradando! Você era o centro do mundo! 

Mas você foi crescendo e veio o irmãozinho. E você já não é mais o queridinho. E se torna, de certa forma, uma competição. A primeira competição da sua vida! Com seu próprio irmão! 

Se você não tem irmão, ainda pior, porque você é filho único e só vai ter sua primeira experiência de competição na escola, porque a professora não dá conta de te dar a mesma atenção que sua família.

E assim começam aqueles sentimentos chatinhos: ciúmes, inveja, melindres. E sua autoestima começa a tremelicar, feito uma chaleira fervendo. “E o anel que tu me deste era vidro e se quebrou. E o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou.” 

Pronto! Agora seu ego entrou para te defender. Porque essas emoções, esses sentimentos machucam e você precisa reagir de alguma forma. Mas você não sabe muito bem como agir. Então, qual a nossa tendência? Agir como os outros! E o jogo da comparação começa a acontecer.

Esses sentimentos negativos do ego são a base da “baixa autoestima”, que é o contrário da “alta autoestima”. Lembre-se: alta de altura, contrário de baixa. Auto com “u” quer dizer “por si mesmo”. Então, você pode ter “alta autoestima” ou “baixa autoestima”. 

E que sentimentos são esses de onde surge a baixa autoestima? São vários! Da separação, da comparação, do ciúmes, da inveja, da carência, da rejeição, da necessidade de agradar o outro para ter mais valor! Porque, ao conviver com os outros, você passa a acreditar que você só tem valor se os outros te valorizam. Que você não tem valor por si mesmo. E observe: todo sentimento de autoestima tem a ver com os outros. Na verdade, deveria chamar “outroestima” e não autoestima. 

Enfim, vejam que jogo difícil esse da vida! Se eu vivo em família, em sociedade, é necessário que eu ceda um pouco para poder conviver com o outro. Mas eu também não posso me anular completamente pelo outro. Uma parte de mim deve permanecer como realmente é, para que eu não perca minha identidade!

Então vem a adolescência, em que a pessoa passa a maior parte do tempo tentando saber que identidade é essa, não é? O adolescente se esforça para enfatizar sua identidade, para esfregar na cara de todos que ele tem uma personalidade. E sua rebeldia é uma forma de se impor, porque ele quer muito ser alguém e ser respeitado! Ele começa a pensar que não tem que agradar ninguém. E até mesmo se isola, se sente um estranho.

Nessa fase da adolescência,  nosso ego se fortalece ou se estatela de vez. Alguns saem dela equilibrados, mas muitos saem dela pelos extremos: ou muito obedientes aos outros, ou muito rebeldes. Não existe o meio-termo para esses.

E você começa a viver uma briga interna, sem saber como resolver esse dilema, esse descompasso: se agrada o outro, ou se agrada a si mesmo. Você precisa se equilibrar, saber como agir em cada situação. 

Mas você não sabe como chegar no caminho do meio. Algumas vezes, nem mesmo percebe com clareza qual é o seu problema. E na maior parte das vezes, direciona o problema para uma ou duas pessoas, como se o problema fosse culpa delas! 

Em geral, pessoas próximas se tornam os nossos bodes expiatórios: a mãe, o pai, um irmão marrento, uma irmã melindrosa. O padre, o pastor, o chefe, o professor. Alguém passa a ser o seu juiz, o julgador das suas atitudes. Às vezes, uma comunidade inteira, um grupo que você faz parte. A sua igreja, os colegas do seu bairro, a tchurma, a classe do 1º ano, a namorada, a família do namorado ou esposo. Enfim, alguém se torna o seu inferno, ou melhor, se torna aquele que vai te condenar ao inferno!

E é assim, ao meu ver, que surgem os problemas da autoestima!

2 Autoestima baixa: de quem é a culpa?

Na verdade, a sua dificuldade em lidar consigo mesmo e de lidar com os outros não é culpa deles! E também não é culpa sua! Porque a culpa não é um bom sentimento para lidar com as situações. É simplesmente não saber dosar o que damos a nós mesmos e aos outros. E se torna um problema de autoestima.

O problema é simplesmente não saber dosar o que damos a nós mesmos e o que damos aos outros. E isso se torna um problema de baixa autoestima. E, agora, fica mais fácil de entender! Porque a baixa autoestima é um pequeno desajuste entre amar a si mesmo e amar ao outro. Entre a sua capacidade de se respeitar e respeitar o outro. De se valorizar e valorizar o outro. E mais:  de dar amor a si mesmo ao invés de esperar pelo amor do outro.

Aí você vai dizer: mas meu pai é realmente assim, é exigente comigo e não me deixa fazer nada. Não sou eu! É meu pai que me reprime! É a escola que tem regras! É a igreja que tem princípios! E eu tenho que seguir, tenho que fazer o que me mandam! “Tenho que”, “tenho que”. Se você é uma criança ou adolescente que ainda depende dos pais, até é compreensível você dizer isso. Mas se você é um adulto, talvez seja essa atitude que está diminuindo seu amor próprio, que é sua autoestima.

Então, pense comigo: se você cresce e amadurece atribuindo tudo que acontece com você aos outros, você está dando todo o poder aos outros de fazerem tudo o que quiserem com você! Geralmente, é exatamente isso que fazemos. Não colocamos os limites e o meio-termo, a linha divisória que separa os outros de nós mesmos.

Muitos aceitam essa falta de limites e se conformam em ser submissos. Outros se tornam rebeldes e não querem aceitar nenhuma interferência do outro em sua vida. Alguns submissos se analisam e decidem mudar, dizendo: “de agora em diante, vou ter autoestima, não vou mais me submeter a ninguém!!!”

E alguns rebeldes, ao contrário, decidem mudar e dizem: “de agora em diante, vou me comportar melhor, ser mais bonzinho, aceitar tudo que os outros fizerem comigo, ser condescendente e generoso com todos!”

Mas esses são os extremos opostos!

E como já dizia Buda há 2500 anos, o melhor caminho é o do meio!

Então precisamos olhar para as pessoas dentro de nós e colocá-las nos seus devidos lugares! Não precisamos brigar com as pessoas, nem culpar ninguém pelo que nós sentimos! Não precisamos agredir, nem violentar as pessoas. É apenas uma mudança na atitude interna, um pequeno ajuste, que muda nossa postura com os outros.

Pense em uma máquina com muitas porcas e parafusos. Se você apertar demais, vai espanar. Se apertar de menos, vai afrouxar, certo?

Então é uma sintonia fina que você faz. Você não vai obedecer ninguém, como uma criança submissa, mas você também não vai se rebelar, como uma criança birrenta. 

Você vai se compreender, fazer uns pequenos ajustes na sua mente, no seu modo de pensar, e vai ver as pessoas como elas realmente são, sem as emoções e sentimentos negativos que vinham norteando você. 

Exatamente como nós falamos na Meditação Guiada para Melhorar a Autoestima. Pequenos ajustes em sua mente para deixar de ver os reflexos das pessoas que estão distorcidos na sua mente, pelos seus sentimentos e emoções negativos.

Na verdade, as pessoas à nossa volta simplesmente continuam sendo elas mesmas e o que elas fazem não é contra você, é somente a favor delas mesmas.

O mesmo sofrimento que você sente, elas também estão sentindo, com ligeiras modificações na frequência. Mas elas também estão agindo para se defender do mundo. Não é nada contra você!

E quando você entende isso, eureka! Você entendeu tudo! Você se tranquiliza!

“Mas a minha mãe faz isso comigo!”, você vai dizer. E eu repito: ela não faz isso contra você, é apenas o jeito de ela ser. Esse é o melhor que ela consegue ser! Não exija dela o que ela não é capaz. E tudo que você dá você recebe de volta, lembre-se disso. Então, não exija de ninguém que seja o que não é. E ninguém vai exigir isso de você. A vida vai ficar mais leve desse jeito. 

Se você tem dificuldade com alguém, se é impossível conviver com esse alguém, então é melhor você manter uma certa distância dessa pessoa. Não tente impor que ela seja alguém que ela não é. “Mas é minha família”. Tudo bem, mantenha uma certa distância. Até mesmo em uma mesma casa, você consegue se manter um pouquinho afastado. Em outro cômodo, falando menos, evitando assuntos conflituosos, sendo mais diplomático. Não batendo de frente. Isso vai tornar sua vida mais amena, mais fluida. Seja como a água, que flui pelas frestas mais insignificantes!

Você está vendo os defeitos do seu pai, da sua irmã, do grupo que você participa, porque estava achando que ele era o responsável pela sua miséria. Mas quando você entende que ninguém é responsável pela sua miséria a não ser você mesmo, você pode ver as pessoas como elas realmente são e aceitar elas mais facilmente.

E então você pode equilibrar sua autoestima, porque ela não depende mais dos outros! Você vai continuar gostando dos outros, porque somos todos uma família universal e todos estamos aqui juntos evoluindo! Você vai continuar fazendo coisas pelos outros, porque o amor é um bem bolado, no qual você ama a si mesmo e aos outros. Mas você vai aprendendo a fazer a sintonia fina entre gostar de si mesmo e gostar dos outros, fazer por si mesmo e fazer pelos outros.

E quando você estiver com a autoestima equilibrada, você vai ver o outro com olhar diferente, despido daquelas emoções negativas do ego! E isso vai ser fantástico! Você vai notar que as pessoas são diferentes! Você vai ver as pessoas com mais compaixão, com mais perdão, com mais carinho. Porque você vai ver as pessoas nelas mesmas, sem se misturarem com os seus sentimentos e emoções negativos.

E quando você aceita os outros, você também aceita a si mesmo e vice versa. Quando você perdoa a si mesmo, fica mais fácil perdoar os outros, porque nós refletimos para o mundo o que temos dentro de nós.

3 Como funciona a autoestima

Veja, se você tem um pacote de pipoca, o que você vai oferecer aos outros? Uma barra de chocolate? Não, porque você não tem uma barra de chocolate, você tem delicioso saco de pipoca! Então, você só pode oferecer pipoca, não é?

E se você tem perdão dentro de você, o que você vai oferecer aos outros? Perdão! Não é lindo isso? Mas você se perdoa e não perdoa os outros, talvez seja porque você está cheio de ódio e de vingança dentro de você. E de onde vem isso? Esses sentimentos negativos pelos outros? Vem do seu cachorro? Do seu peixe? Da sua gata? Não, esse sentimento vem de você. Está dentro de você.

Então a pergunta que não quer calar? Como você tem tanto ódio e vingança dentro de você? E porque está direcionando para essa pessoa? Porque tem alguma coisa que te aconteceu e que você sentiu ódio, sentiu vontade de se vingar, e guardou isso em você! Agora, tem essa energia ruim acumulada em você, atraindo pessoas, para você poder descontar esse ódio e vingança. 

E se você não jogar isso em cima de outra pessoa, se você reprime essas emoções, é ainda pior, porque isso vira contra você, na forma de doença ou vício ou de algum desequilíbrio, que se manifesta de alguma forma.

Assim, você precisa compreender o sentimento que está em você, mas que você reflete nas pessoas, achando que o problema são as pessoas. Na verdade o problema está só na forma como você vê as coisas, as pessoas e principalmente a si mesmo.

Se você conseguir entender o que te levou àquela situação de ódio, de vingança ou qualquer outro sentimento negativo, você poderá eliminar ou transformar ou, melhor ainda, transcender esses sentimentos.

E como você vai fazer isso?

Primeiro vamos entender como a autoestima funciona.

A autoestima pode vir do seu ego ou da sua alma. Normalmente, é um misto de ambos. E o que isso significa?

A parte da autoestima que vem do seu ego é construída a partir das suas experiências sensoriais, ou seja, tudo aquilo que você recebe de informações dos seus 5 sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar. De tudo que você aprendeu do meio externo e das relações com as pessoas.

A parte da autoestima que vem da sua alma é obtida a partir da sua intuição, ou seja, do seu sexto sentido. São aqueles insights que você recebe, que te dão a certeza de que você não é apenas matéria, não é apenas um corpo, você é muito mais que isso! Você é uma centelha do Fogo Divino! É um espírito de luz em expansão! E você sente que tem alguma coisa lá em cima, um Deus, uma Existência, uma Força Superior que está olhando por você e mantendo tudo na mais perfeita ordem aqui embaixo. 

Acontece que a autoestima que vem do seu ego nem sempre é uma alta autoestima. Ficou estranho isso, não é? Então, sua autoestima construída a partir do ego vai depender muito das experiências que você teve ao longo da vida e das relações com as pessoas. São muitas as regras e princípios que você deve seguir para se adequar às pessoas e viver em sociedade. 

E é aí que a porca torce o rabo! O problema de você seguir o ego é que você não vai conseguir agradar a todos. Sempre haverá aqueles que você vai desagradar. Eu diria que em torno de 50% das pessoas com quem a gente convive, não conseguimos agradar. Mas quando a gente vive em sociedade, desenvolvemos ideais, desejos e metas de quem desejamos ser, para sermos aceitos. É, você achou que aquele sonho que você tem de ser alguma coisa é seu, não é? Pense bem! Será que é mesmo seu ou é só um modo de agradar alguém ou ser aceito?

Vamos dar alguns exemplos: primeiro, queremos agradar nossos pais, fazer o que vai deixar eles felizes. Então, você queria muito ser um cantor, mas seus pais querem que você seja médico, é uma velha história bem conhecida! E lá vai você fazer medicina! Para agradar seus pais. 

Na escola, você vê seus amiguinhos usando chinelo de dedo. Todas as crianças usando chinelo de dedo. E você odeia o chinelo de dedo, porque aquela borracha irritante machuca o seu pé! Mas você vai usar o bendito chinelo de dedos, cozinhar os seus dedinhos, para ficar igual aos amiguinhos.

Então, você vai na igreja e aprende um monte de regras e princípios que você deve seguir, senão você pode ir para o inferno. Você até questiona: “será que existe inferno?”, mas por inércia ou para acompanhar os seus amiguinhos, que agora já cresceram e são seus amigões, você acaba aceitando e seguindo em frente. É a força da maioria! 

Então, você vai na balada e os seus amigos todos estão fumando um cigarro. Como você vai ficar de fora, não é? E você começa um vício, porque todo mundo faz. Aí, você assiste a TV e vê os artistas usando marcas famosas e então você começa a usar também, para parecer uma pessoa muito badalada e importante, como os artistas.

Aí, você se torna um adulto e se casa e você quer agradar seu amor. E você faz tudo que ele quer, com medo de ele ir embora. Você aceita tudo, porque a sua parceira em primeiro lugar. E assim, a vida vai passando e você vai fazendo tudo que os outros te deixam. E a sua autoestima é baseada nisso: em agradar os outros, em ser aceito.

Essa é a autoestima que vem do ego.

E eis o problema! Você não está se agradando. Você começa a se sentir uma pessoa muito desagradável para si mesmo. Os outros em primeiro lugar. Mas você nem percebe, está anestesiado, porque está tão acostumado a pensar daquele jeito, que parece tudo certo! E você não tem tempo para pensar sobre isso, porque agora a vida exige muito de você. Tem muitas coisas que você precisa fazer para deixar os outros felizes, não é?

Você vai trabalhar em uma empresa e precisa agradar seu chefe. E ter a missão, a visão e os valores da sua empresa para se sentir parte dela! E às vezes coincide com os seus valores, mas nem sempre! Mesmo assim, você fica lá, porque precisa do dinheiro. Mesmo contrariando seus valores. E você começa a ficar doente, a ficar triste, com depressão, dor de estômago, pressão alta, coração. Aí você começa a passar pelas perdas necessárias, de que falava Judith Viorst. E só então você percebe o quanto se deixou de lado.

Aí você diz: “Ah, mas então eu tenho que viver do meu jeito e dane-se os outros?” Também não! Vamos repetir o mantra do Buda: o equilíbrio está no caminho do meio! Você pode agradar os outros, desde que não se desagrade. Você pode ser legal com os outros, desde que você tenha bem estabelecidos os seus princípios e não quebre eles para ser legal com os outros.

Tudo é uma questão de se inspirar e refletir, antes de agir. De ter valores em primeiro lugar e agir com base nesses valores. E esses valores vêm da sua intuição! Essa é a autoestima que vem da sua alma! 

São os valores verdadeiros que vêm da sua alma, do seu espírito! E isso é uma construção contínua na nossa vida. E se você tem essa segunda autoestima que vem da sua alma, e que deveria ser a primeira, fica muito mais fácil de você construir esses valores.

Lembra daquele desenho do picapau em que tem um anjinho e um diabinho na cabeça dele falando? Então, o diabinho é a autoestima do ego, que vem do meio externo, e o anjinho é a autoestima da alma, que vem pela intuição.

Se você se der um tempo e ouvir profundamente a sua intuição, você vai distinguir a verdade, os valores que vêm da sua alma e que devem ser a base das suas ações. E a sua própria intuição vai achar uma maneira de você se desvencilhar da autoestima do ego por uma atitude interna. E isso vai transparecer, de dentro para fora, e todos vão perceber e entender!

4 Meditação: o 0800 da alma

E como você vai saber a diferença entre o que vem do ego e o que vem da intuição? Aí vem o grande segredo: você precisa se comunicar com a sua alma!!!! E como você faz isso? Para você conversar com uma pessoa que está longe, você tem que ter algum mecanismo ou meio de comunicação certo? Se você quer falar com sua amiga lá de Quixeramobim, como você faz? Telefone, celular, whatsapp, email, pega um avião, uma carona, vai até lá!

E como você se comunica com a sua alma? Com Deus? Com a Existência? Você precisa ligar para o 0800 da alma! Mas não é para você falar sem parar, como se estivesse alugando os ouvidos da coitada da sua alma amiga! É uma conversa com a sua alma para você ouvir os conselhos dela sobre autoestima! Nada de verborragia do ego, hein!

Se você quer ouvir sua alma, o meio de comunicação mais eficaz é a…. Meditação, claro!

Então você medita, observa seu eu se comportando no mundo, com as pessoas, compreende porque seu ego ficou tão doente e como ele quebrou sua autoestima, simplesmente aceitando tudo do mundo e nada de sua alma! E ao tomar consciência, você muda internamente. E se você muda lá dentro, você também muda lá fora! Você reflete o que está dentro, lembra?

E assim, você muda com as pessoas, porque não precisa do julgamento delas, não tem mais a carência e não precisa de migalhas de sentimentos de ninguém! Você se ama primeiro e reflete esse amor. E as pessoas amam você, por tabela!

Você passa a atrair outras pessoas, outro tipo de pessoas que se amam também. Sua vibração muda! Seus espelhos mudam, porque você mudou! Agora são outros reflexos! Seu ego não está mais no comando! Ele está a seu serviço, como a boa máquina de pensar que ele é! Mas quem está no comando é a sua alma!

E agora você vai entender o que é a Meditação Guiada para Melhorar a Autoestima, que nós temos aqui no canal!

Você está em uma festa se divertindo muito. O que significa? Que você nasceu e cresceu com tudo brindando a sua presença! Você é o centro das atenções! Mas então as pessoas vão chegando nessa festa, que é sua vida! E agora você começa a interagir com as pessoas e a dar importância para o que elas pensam sobre você, pois você quer ser aceito. E você a sentir olhares te vigiando, te julgando. 

O que são esses olhares? Nada mais são que o seu próprio ego descontrolado, se relacionando indevidamente com as pessoas e criando regras ou rédeas de comportamento, que vão suprimir sua alma e colocar você em uma forma. É sua mente aprendendo e salvando os arquivos lá o inconsciente. Já ouviu falar em aprendizado de máquina? Pois é isso que sua mente faz com maestria! E como você só vive para o meio externo, todo seu aprendizado vem de lá: dos ambientes que você frequenta, das pessoas com quem você convive, das coisas que você observa, que você assiste, que você ouve, que você lê. E aquilo vai preenchendo os espaços vazios do seu HD…

E você, que estava dançando lindamente, começa a se incomodar com os olhares acusadores. E assim você passa a ter todos aqueles sentimentos negativos de vergonha, de medo, de não se sentir à vontade. Na Meditação Guiada para Melhorar a Autoestima, você precisa entrar em contato com esses sentimentos e fazer eles aflorarem do seu inconsciente, para torná-los conscientes e se libertar deles! 

E como normalmente nós atribuímos os problemas que temos a outras pessoas ou grupos de pessoas, nós precisamos identificar essas pessoas ou grupos que se tornaram juízes em nossa mente, para conseguirmos nos libertar delas. Não que elas realmente sejam nossos juízes. Às vezes, até são, de fato, mas isso não importa. Como já dissemos, as pessoas e os grupos estão agindo de acordo com suas regras e princípios. Mas nós é que queremos ser aceitos e acabamos nos dobrando às regras dos outros. Nós achamos que são os outros que estão nos obrigando, só que não. Na verdade, nós mesmos estamos nos forçando a seguir as regras do outro para sermos aceitos. E isso faz que não possamos seguir nossos próprios valores, deixamos eles de lado, para seguir os valores de outras pessoas ou grupos.

Por isso, na meditação da autoestima, é importante você mergulhar nesses sentimentos negativos até que você seja capaz de identificar essas pessoas ou grupos que você acha que são os seus juízes. Se você conseguir identificar, você vai conseguir se libertar delas dentro de você! E se você se liberta internamente dos juizes, você também fica livre externamente. Essas pessoas vão sumir da sua vida. Talvez elas não vão embora, porque muitas vezes são pessoas próximas, pais, irmãos, parentes, autoridades de uma instituição que você participa. Mas elas vão mudar o jeito de ser delas! Elas vão se comportar de forma diferente com você, como se fossem outras pessoas! Você vai perceber uma grande mudança nessas pessoas depois que você se libertar delas internamente.

5 Os Juízes na Sua Cabeça

Gosto do modo como o Osho fala sobre esses juízes na nossa mente. Ele diz que quando um casal está na cama dormindo, não está lá apenas o casal, mas também os pais do homem e os pais da mulher. A cama fica apertada! E os dois se virando na cama, ninguém consegue dormir! Porque a esposa está conversando com os pais dela na sua cabeça, e eles estão dizendo o que ela deve ou não fazer. E o marido está conversando com os pais dele na sua mente, que também estão dizendo como ele deve se comportar. Como o amor pode fluir desse jeito? Não tem amor que resista!

E então o marido e a mulher acabam brigando, porque são tantas vozes na cabeça deles, que eles nem mesmo conseguem ouvir a si mesmos, e muito menos um ao outro! Daí vem as DRs, as separações e os divórcios. Porque a pessoa não age por si mesma, ela age com base no que ela aprendeu que era o certo dos seus pais, dos irmãos, da escola, da igreja etc, etc, etc. 

Mas se você trouxer esses juízes que estão dentro de você, na forma de pensamentos e sentimentos negativos, para o consciente, será mais fácil você se livrar deles. Tudo que tiramos do escuro, trazemos para a luz, fica mais fácil de entender. Quando algo é iluminado, trazido para a luz, você consegue analisar, ficar consciente, ficar lúcido, que significa cheios de luz. 

Quando você entra em contato com esses juízes internos, você pode identificar os pensamentos que você tem como crenças limitantes! E então, eureka! Finalmente, você se depara com suas crenças limitantes e entende de onde elas vieram! E pode se libertar delas! Como num passe de mágica! Você pode ficar atento às situações incômodas, compreender de onde elas vêm e dissolver aqueles pensamentos, sentimentos e sensações.

Vamos supor que você sempre pensou que você só pode se entregar para o seu marido depois do casamento. Ou que você só pode ser próspero se trabalhar duro! Ou que você deve ser sempre desconfiado das pessoas, senão alguém pode passar você para trás. 

Ou o contrário: que você pode se entregar para qualquer um antes do casamento, porque casamento é uma bobagem. E que você não precisa trabalhar duro para ganhar dinheiro, há formas muito mais fáceis de ganhar dinheiro, mesmo que outras pessoas sejam prejudicadas na negociação; ou você não desconfia de ninguém, acredita em todo mundo, acha que todo mundo é puro e ninguém vai enganar você, nem te passar para trás.

Entendeu? Não importa de que lado você está, se a crença que você tem é positiva ou negativa, ela pode ser uma crença limitante. Você pode ter uma crença de que precisa amar a todos incondicionalmente e não pode negar ninguém. Aí alguém machuca você e naturalmente você sente ódio. Mas você vai reprimir esse ódio, porque você aprendeu que deve amar incondicionalmente. Isso pode ser uma crença limitante. Crença limitante não é só uma crença aparentemente negativa, não. É tudo que está limitando você e tirando você do seu centro. Fazendo você ter pensamentos e emoções negativas. 

Então, a crença pode ser positiva ou negativa, mas limitante. Porém, os pensamentos e sentimentos que essa crença produz em você são sempre negativos. Por isso é que essa crença é limitante, pelo resultado ruim que ela produz em você. Você não fica bem quando aplica isso na prática. As vezes, você até fica bem temporariamente, mas depois você sente aquele gostinho amargo de que algo está errado nisso que você está fazendo. 

Aí você vai me perguntar: “ué? mas o objetivo de todos não é amar incondicionalmente???” Sim, é! Quando você estiver naturalmente preparado para fazer isso, não fazendo força, não se reprimindo e se punindo cada vez que você sente algo ruim por alguém. O amor incondicional vai chegar, mas você precisa estar limpinho por dentro para ele chegar. Senão, não vai  ter espaço dentro de você para o amor incondicional!

Essas crenças limitantes que interferem na nossa autoestima e que normalmente vêm dos outros e do meio externo, geram emoções negativas no nosso corpo astral e sensações negativas no corpo físico. Emoção vem do latim “e” (fora) e “movere” (movimento), que significa “mover para fora”, ou seja, trazer coisas que estão dentro de você para fora. Quando você sente essas emoções e sensações no seu dia a dia, é péssimo, não é? Porque você acaba mostrando essas emoções e sensações ao se relacionar com o mundo e as pessoas vêem e são impactadas pelas suas reações. E, por dentro, você se sente péssimo.

Que tipo de emoção são essas? Medo, vergonha, estranheza, inadequação, timidez, vitimismo. E que sensações você tem no corpo físico? Aceleração dos batimentos cardíacos, suores nas mãos, vontade de fugir, vontade de lutar ou agredir, vontade de chorar, de gritar. Enfim, você pode passar o dia elencando o que você sente de ruim cada vez que você é dominado por uma crença limitante.

No entanto, se você convocar esses sentimentos quando estiver meditando, você está fazendo isso de forma controlada, então você vai contatar os sentimentos, as emoções e sensações negativas, mas em seguida você vai trabalhar tudo isso na própria meditação. Você não vai sair por aí com isso aflorado, a meditação vai te trazer o reequilíbrio. 

Na meditação, você vai entender que tudo isso são projeções de sua mente! E esse insight, essa luz que você vai jogar nas coisas negativas que estão dentro de você vão te ajudar a entender de onde elas vêm e como se libertar delas! E você vai ficar bem. Você vai conseguir enxergar a crença limitante que está ali espreitando e vai mudar seu modo de pensar sobre aquilo. Isso vai ajudar você a parar de acusar os outros, porque você mesmo escolheu viver de acordo com aquela crença limitante. Você aprendeu com os outros, mas a sua mente é só sua! O que entra dentro dela, é porque você deixou entrar.

“Ah, mas eu tenho que respeitar meus pais!” Então, tudo bem! Eu respeito meus pais, mas não faço tudo que eles acham certo. Eu faço o que eu acho certo, e você? Você não consegue respeitar e amar os seus pais, sem ter que seguir religiosamente tudo que eles querem que você faça do jeito deles? Esse é o jogo de cintura que precisamos ter! Isso conserta a nossa autoestima!

Com a meditação da autoestima, você vai ser capaz de identificar seus juízes internos, de identificar as suas crenças limitantes que vem desses juízes internos, você vai dissolver essas projeções, e vai se libertar dos juízes e das crenças e entender que só pela sua intuição, pelo seu Eu superior, sua Força interior, seu Deus, ou como você quiser chamar sua alma, você vai saber a melhor forma de pensar e de agir no mundo. Às vezes, vai coincidir com o que os outros dizem, mas você vai saber que não está agindo daquela forma para agradar os outros e sim porque você sabe do mais íntimo do seu ser, que aquela é a coisa certa a pensar e a fazer! 

Depois de você praticar bastante a meditação da autoestima e se libertar de tudo isso, você vai ver como vai sentir um relaxamento, uma tranquilidade! Até o fluxo de pensamentos vai diminuir, porque você não precisará mais se controlar tanto para fazer as coisas certas! Porque você vai fazer as coisas certas naturalmente, independente do que os outros pensam ou acham de você!

6 Os 7 Segredos da Autoestima

E afinal, quais são os sete segredos para você melhorar sua autoestima? 

O primeiro segredo é “Evite a outroestima para ter autoestima”, ou seja, não deixe que a sua vontade de agradar o outro, de ser aceito pelo outro esteja acima do seu próprio bem estar, da sua auto aceitação

Blog Alfarrábios ©Alfarrábios da Alma, 2023

1º SEGREDO: Evite a outroestima para ter autoestima

O segundo segredo é: “Sua consciência é seu único juiz”. Não permita que os outros sejam seus juízes, lembre-se que só a sua consciência é o seu juiz, e isso o contato com a sua verdadeira consciência não tem nada a ver com os outros, ele só pode acontecer por meio da sua intuição e não das crenças que você absorveu do mundo. Sejam crenças positivas ou negativas que você absorveu do mundo, elas podem estar impedindo você de se amar, de se respeitar e, consequentemente, de ter um bom relacionamento com os outros, porque você não está sendo você mesmo; então, deixe as crenças de lado e busque no mais profundo da sua consciência, a partir da sua intuição, as respostas e as soluções para viver sua vida e isso vai permitir que você seja você mesmo e se relacione bem melhor com os outros!

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2º SEGREDO: Sua consciência é seu único juiz

O terceiro segredo é: “Não existem culpados. Somos todos inocentes”. Eu me lembro que existe um livro da Zibia Gasparetto com esse título, o qual eu li e mostra exatamente isso. “Somos todos inocentes!”. Não culpe os outros pelo que acontece com você, e também não culpe a si mesmo. A culpa nunca é boa. Substitua a culpa por responsabilidade. E procure ser responsável pelos seus atos e pelos fatos que te acontecem, mesmo que pareça que eles foram causados por outros. Na verdade, foi você que de alguma forma atraiu isso para você. E isso é maravilhoso, pois se você é responsável por algo, você também tem o poder de resolver, de modificar aquilo! E quando você assume a responsabilidade por tudo que te acontece na vida, você consegue realizar feitos extraordinários!

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3º SEGREDO: Não existem culpados. Somos todos inocentes

Vamos ao quarto segredo: “Faça pequenos ajustes nos espelhos da sua mente”, para que você consiga enxergar e interpretar as pessoas e os acontecimentos como eles realmente são, separados de você, sem envolver os seus próprios sentimentos, pensamentos e crenças, porque isso vai fazer você entender que não é nada contra você, que cada pessoa só está tentando resolver seus próprios problemas e por isso ela agiu de uma determinada forma com você; isso te dá uma grande liberdade, você se torna independente das pessoas; e esses ajustes na mente vão te ajudar a aceitar a si mesmo como você realmente é, e aceitar aos outros como realmente são, mesmo porque nenhum de nós atingiu a perfeição, não é mesmo? o que nos resta sem a perfeição? aceitação!

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4º SEGREDO: Faça pequenos ajustes nos espelhos da sua mente

E o quinto segredo é: “Dê aos outros o que você tem dentro de você”, porque você só pode dar o que você tem. Então, para conseguir dar aos outros algo de bom, você precisa ter algo bom dentro de você. E para ter algo bom aí dentro, você precisa se amar, antes de amar os outros. Lembra do que aquele grande sábio Jesus falou? “Ama ao próximo como a ti mesmo”. Ou seja, primeiro você tem que amar a si mesmo e só depois amar o próximo. Se você não tiver amor em você, como é que você vai dar amor aos outros? Se você notar que está dando aos outros sentimentos ruins, pegue eles de volta para você humildemente e analise o que está te fazendo sentir essas coisas negativas, mas não dê isso para os outros, senão eles podem te devolver o mesmo. Mergulhe dentro de você até que esses sentimentos negativos vão embora. E então você estará pronto para dar o melhor de você a si mesmo e aos outros, certo?

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5º SEGREDO: Dê aos outros o que você tem dentro de você

O sexto segredo é “Busque a autoestima da sua alma e não do seu ego”. Lembre-se que a sua autoestima pode vir de duas fontes. Do ego e da alma. Procure distinguir essas fontes para tomar suas decisões, para lidar consigo mesmo e para interagir com os outros. Dê preferência para agir pela autoestima que vem da sua alma, por meio da intuição. A do ego é aquela que vem das crenças, que você aprende do mundo externo e nem sempre elas são muito boas para você. Mas a autoestima que vem da alma é maravilhosa e nunca vai confundir você! Ela está sempre certa, porque vem de Deus, da Unicidade. E você verá por si mesmo os resultados maravilhosos de seguir os conselhos da sua alma, do seu espírito, do seu Eu Superior! É de lá que vem o amor!

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6º SEGREDO: Busque a autoestima da sua alma e não do seu ego

O sétimo segredo, pode-se resumir em uma palavra: “Medite!” Porque a meditação é o 0800 da alma, lembra? É pela meditação que você vai conseguir bater um fio para Deus, para o seu Eu Profundo e vai obter as respostas corretas para agir no mundo; consequentemente, isso vai te dar o sentimento de pertencimento, o sentimento de autoestima, de autovalor, de auto aceitação como um ser que está evoluindo e expandindo sua luz!

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7º SEGREDO: MEDITE!

E um último conselho bem prático é que você faça a “Meditação Guiada para Melhorar a Autoestima”, pensando nessas analogias e nesse simbolismo que eu expliquei aqui para você. Você pode fazer essa meditação por um período de uns 30 dias para fortalecer bem sua autoestima e eliminar os juízes da sua mente e fazer as pazes com todas as pessoas que você pintou na sua cabeça como juízes. Isso vai dar um ótimo resultado. 

E você também pode fazer essa meditação guiada esporadicamente, quando você sentir uma baixa na sua autoestima. Eu digo por mim mesma, porque sempre que eu sinto minha autoestima abalada, seja por críticas, por algo que deu errado com alguém, algum relacionamento estremecido, alguma sensação de carência ou de desvalor, eu faço a meditação da autoestima e logo eu volto ao prumo, consigo me centrar rapidamente e dissolver aqueles sentimentos, emoções e sensações negativas. 

Enfim, se você aprender esses segredos e praticá-los mesmo, de verdade, você vai perceber muitos benefícios: 

  • melhorar sua autoestima
  • melhorar seu auto valor
  • melhorar sua auto aceitação
  • aumentar sua autoconfiança
  • conectar-se com sua alma
  • ampliar a sua intuição
  • amar a si mesmo
  • estar em paz consigo mesmo
  • amar as pessoas, sem permitir que elas invadam você 
  • deixar de ver as pessoas como seus juízes
  • ficar consciente de suas crenças limitantes
  • eliminar crenças que diminuem a sua autoestima
  • estar em paz com os outros

Se você chegou até o final desse vídeo, eu te agradeço e espero que você coloque em prática essas dicas! Aproveito para pedir que se inscreva no canal para receber mais conteúdos como esse e também para dar o seu like e comentar aqui o que você achou. Você também pode dar sugestões de outros assuntos que você gostaria de ver no canal, beleza!

E assim vamos ficando por aqui na mais santa paz! Namastê!

Encerramento

Desejo a todos os seres uma vida plena, com muita luz e que você siga seu caminho de expansão espiritual na mais santa paz!

Namastê!

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Saudações de luz!
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