Em “As Pegadas de Laetoli – Arqueologia Proibida – Filme Completo”, prepare-se para uma jornada que desafia as fronteiras da ciência e da realidade. Quando a arqueóloga Mary Leakey descobre pegadas humanas impossíveis de 3,6 milhões de anos em Laetoli, ela não apenas encontra um fóssil, mas abre um portal para a Arqueologia Proibida. Neste filme completo, acompanhe Mary em uma experiência de viagem astral tecnológica a bordo de uma nave de seres estelares, atravessando dimensões como o vórtice Zami-Idur até tocar a vibração pura da criação. Uma história de Ufologia e Espiritualidade que revela o elo perdido entre o DNA humano e os mistérios do universo. Assista agora e descubra por que esse segredo permaneceu enterrado por milênios.
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As Pegadas de Laetoli – Capítulo 1
O Início da Descoberta
Era início da manhã em Laetoli, no norte da Tanzânia. A luz do sol atravessava o pó fino da savana e iluminava as tendas do acampamento arqueológico. O vento soprava constante, fazendo o tecido balançar como se o deserto respirasse. Mary Leakey, arqueóloga britânica de sessenta e três anos, caminhava com o caderno de anotações na mão e o olhar atento, como fazia todas as manhãs. Há semanas, ela liderava aquela equipe em busca de vestígios de hominídeos.
O trabalho era meticuloso e cansativo: escavar, catalogar, medir, comparar. Mas era o tipo de rotina em que Mary se sentia viva. Havia uma serenidade particular na repetição, como se cada camada de terra escondesse uma promessa. Os assistentes a seguiam à distância, respeitando o espaço que ela pedia para concentrar-se. Um dos assistentes se aproximou de Mary, chamando-a para ir com ele ver uma área que parecia diferente, onde a textura do solo estava mais compacta, mais firme que nas outras partes.
— Doutora, veja isso.
Uma marca na cinza. Pequena, sutil, quase invisível. Mas há algo nela que faz Mary parar. Ela não sabe, mas sua descoberta vai abalar o mundo científico. Por enquanto, é só uma dúvida. Mas é assim que toda grande revolução começa.
O Mistério das Marcas
Ela inclinou o corpo, analisou o ângulo da luz sobre a cinza endurecida e, com um pincel fino, começou a limpar uma pequena mancha. Aos poucos, o formato foi surgindo. Um arco. Depois, os cinco dedos. Um pé.
Ela parou, respirou fundo. Os assistentes se aproximaram, abaixando-se ao redor. Um deles, surpreso, perguntou:
— Essas pegadas… são humanas, doutora? — diz o assistente ansioso e reticente.
A forma é clara demais para ser acaso. Um pé, um passo e um mistério que o tempo tentou esconder. Algo dentro dela sabe que essa descoberta vai muito além da ciência.
Mary não respondeu de imediato. Apenas observava. Depois, levantou o olhar e disse com firmeza:
— As proporções são humanas. O que não é possível… é a idade dessa camada.
Ela mediu tudo com precisão, anotando os números no caderno. As medições confirmam: é um pé moderno, o que não faz sentido algum. Nenhum ser humano poderia existir naquela época — pelo menos não segundo a ciência.
— Três milhões e seiscentos mil anos! — sussurra para si mesma.
Mary ficou observando as pegadas recém-reveladas: duas trilhas lado a lado, como se duas criaturas caminhassem juntas. Logo, novas marcas surgem. As medidas não mentem — proporções humanas em um solo com mais de três milhões de anos. Nada se parecia com o que os livros diziam.
A análise do terreno revela a sequência: uma erupção cobriu tudo de cinza, depois a chuva amoleceu o solo, e por fim algo bípede atravessou aquele campo. Quando o chão secou, as pegadas ficaram para sempre gravadas no tempo.
A Revelação Noturna
Confirmou o resultado, releu, voltou a medir. Tudo indicava o mesmo.
— Três milhões e seiscentos mil anos! Isso não é possível!!!
No fim da tarde, a luz dourada do sol atravessava o acampamento. A noite cai, mas Mary não consegue parar. Ela confere as anotações, repete os cálculos, tenta encontrar o erro que não existe. Repassou cada detalhe, cada número, cada hipótese. Nada explicava o que havia visto.
— Três milhões e seiscentos mil anos… e um pé perfeito.
Mary não entende o que aconteceu. Ainda não. Saiu da tenda e retornou às pegadas. Queria ver de novo, entender o que viu. À luz da lua, o solo parecia quase vivo. O ar estava frio, e o silêncio do deserto era quase absoluto. Caminhou até o local da escavação e se ajoelhou diante das pegadas.
Mary sente algo que não consegue explicar — um arrepio, uma presença. Como se o chão respirasse. Por um instante, tudo parece parar: o tempo, o som, o próprio ar. É como se a terra guardasse a memória do momento em que foi tocada pela primeira vez.
Passou a mão sobre a superfície endurecida.
— O que você quer me mostrar?
Ficou ali observando o traço perfeito das pegadas que desapareciam no escuro. O vento voltou, suave, e a noite retomou seu silêncio. Mary voltou lentamente para a tenda, certa de que havia descoberto algo que ultrapassava a compreensão científica. Ainda não sabia o que havia encontrado, mas sentia que, sob aquele solo, dormia o segredo mais antigo da humanidade.
O Chamado Invisível
Mary finalmente adormeceu, vencida pelo cansaço. A escuridão da tenda se dissolve em um brilho azulado. Em seus sonhos, Mary vê seu marido já falecido há quatro anos, o arqueólogo Louis Leakey. A poeira suspensa no ar começa a girar, como se a respiração do vento se transformasse em sonho. No meio da claridade, surge Louis, sereno, com a velha jaqueta de expedição. Ele diz algo que ecoa nos ouvidos de Mary:
— Mary, meu amor, nada do que fizemos foi em vão! Em breve, alguém virá para te revelar a verdade! Só peço que não desista!
Louis toca de leve a mão dela. O vento atravessa o espaço do sonho, fazendo a poeira brilhar como estrelas. O rosto dele se desfaz na luz. Mary tenta chamá-lo, mas a voz não sai. De repente, desperta sob a luz fria da madrugada. A tenda está em silêncio. Apenas o vento responde, como se algo invisível tivesse acabado de partir.
O olhar dela é fixo, a respiração curta e ofegante. Mary se senta, ainda trêmula, e anota apressada uma frase no caderno:
— Alguém que guarda a verdade…
Ela fita o vazio. Não sabe se sonhou ou se foi chamada.
As Pegadas de Laetoli – Capítulo 2
O Dia Seguinte
No capítulo anterior, Mary Leakey revelou pegadas impossíveis — e recebeu a visita do homem que ela mais amou.
O dia amanheceu abafado em Laetoli. O vento vinha do leste, levantando redemoinhos de poeira entre as tendas. Mary chegou cedo ao campo, como sempre. Não tinha dormido direito.
— Bom dia, rapazes! – Ela disse aos assistentes que trabalhavam com suas ferramentas nas escavações.
— Bom dia, Doutora! – Responderam os assistentes alegremente.
A lembrança da noite anterior — o sonho com seu marido falecido, a vibração sob o solo e o silêncio pesado. Tudo aquilo a deixara inquieta.
De Volta às Pegadas
Mary se encaminhou até as pegadas e examinou novamente a trilha, com cuidado. Havia algo de diferente ali: a camada de cinza parecia mais frágil. Ela se abaixou, limpou o pó com o pincel e percebeu pequenas fissuras se abrindo ao redor da trilha. Tocou o solo com a ponta dos dedos.
— O solo está cedendo — disse para si mesma.
De repente, o chão tremeu. Um abalo profundo e grave atravessou o ar e a superfície se partiu. Exatamente onde Mary se encontrava! Ela tentou se afastar, mas o terreno cedeu sob seus pés. Em segundos, estava caindo, engolida por um redemoinho de poeira e fragmentos.
O Estranho no Escuro
Quando abriu os olhos, estava deitada sobre pedra fria. O ar cheirava a umidade e ferro. Um brilho azulado preenchia o espaço — não vinha de lâmpadas, mas das próprias paredes, que pareciam pulsar.
— Tem alguém aí? — chamou, ainda atordoada.
Uma voz respondeu, calma, vinda da escuridão:
— Não se mova tão rápido. O solo é instável aqui. – Respondeu uma voz masculina, estranha e grave.
Mary se virou e viu um homem idoso, de barba grisalha, segurando uma tocha. Ele parecia tranquilo, quase familiar.
— Olá! – Mary sentiu-se ao mesmo tempo estranha e à vontade. — Quem é o senhor?
— Alguém que já passou tempo demais aqui embaixo. Me chame de John! — respondeu ele.
Mary pensou: “Ele disse ‘alguém que’…”. Mary se recordou do que o marido lhe disse em sonho: “Alguém que guarda a verdade…”.
E olhou para aquele senhor como se o conhecesse. Sentiu um frio na barriga. É como se ele fosse alguém … que guarda a verdade…
John acenou para que ela o seguisse. Ela aceitou o convite reticente. Mas foi com ele, pela simples curiosidade que a acompanhava desde a infância. Estavam em um lugar que para Mary se parecia com uma caverna antiga e soterrada, muito escura e fria.
A Caverna de Luz
John levava uma tocha em suas mãos. Caminharam por corredores longos, cobertos de inscrições e símbolos nas paredes e de fósseis incrustados. As formas eram estranhas, deformadas, humanas e não humanas ao mesmo tempo.
— O que é este lugar? — perguntou Mary, pensando que estivessem indo em direção a uma saída.
— Um registro — disse ele. — Coisas que não deveriam estar aqui… e, ainda assim, estão.
Passaram por uma parede onde símbolos geométricos perfeitos começaram a brilhar em várias cores de neon sob o toque da tocha. Mary parou, assustada.
— O que é isto? Está reagindo ao calor!!!
— Nem tudo aqui está morto — respondeu o homem, observando-a.
Mais adiante, o corredor se abriu em uma grande câmara circular. No centro, uma mesa de pedra coberta de marcas e ossos.
— São fósseis?
— São restos — corrigiu ele. — Fósseis são o que sobra quando o tempo tem piedade.
Mary olhou em volta, fascinada e perturbada. Ela se aproximou lentamente e observou em um canto uma cama bem arrumada com uma coberta, o que insinuava que alguém dormia naquele lugar insólito.
— O senhor mora aqui?
— Morar não é o termo. Digamos que fiquei preso ao que encontrei.
De repente, um ruído profundo atravessou a galeria. Não era vento. Era algo maior, mais grave, vindo das camadas de rocha. O homem ergueu a cabeça, escutando.
— O que é isso? — perguntou Mary, assustada.
Ele apenas respondeu, alegremente excitado e sussurrando:
— Eles estão chegando.
Uma luz intensa começou a brotar do fundo do túnel. Mary deu um passo atrás.
— Quem está vindo? — insistiu.
— Veja por si mesma.
O Inesperado
A luz aumentava, quase ofuscante. Dentro dela, sombras começaram a se mover — altas, desproporcionais, lentas. Mary tentou distinguir as formas, mas o brilho impedia. O som cresceu: um rugido metálico, vibrante, que parecia vir de todos os lados.
Ela tapou os ouvidos, gritou, mas o som continuava. O homem manteve-se imóvel, olhando para a luz com serenidade.
Mary deu um passo em direção a ele, desesperada:
— O que está acontecendo?
Ele apenas disse, com voz firme e calma:
— Não tenha medo.
As luzes ofuscantes se aproximaram e cobriram o rosto de Mary. A vibração tomou todo o espaço.
E então, o som parou.
Silêncio total.
E algo inesperado e surpreendente surgiu lá fora.
As Pegadas de Laetoli – Capítulo 3
Um lugar diferente
Por um tempo, Mary permaneceu de olhos fechados e ouvidos tampados. O medo fazia seu coração pulsar forte. Aos poucos, ela foi se acalmando e abriu os olhos devagar para ver onde estava.
Havia uma claridade intensa à sua volta, mas nenhum som. Quando enfim conseguiu enxergar, percebeu que continuava na mesma câmara subterrânea — mas o ambiente era diferente. As paredes, antes de pedra, agora pareciam feitas de uma matéria viva, translúcida, pulsando luz.
John estava ao lado dela, observando com tranquilidade.
— O que é isso? — perguntou Mary, a voz trêmula.
Ele sorriu levemente.
— Você está segura, Mary. É sempre assim na primeira vez!
— Mas do que o senhor está falando?
As Figuras Azuis
Mary deu um passo para trás, tentando compreender o que via. O ar parecia vibrar, e a luz se movia como se respirasse. De repente, ele disse:
— Você já vai entender! Eles chegaram!
Antes que ela pudesse responder, figuras em forma humanoide começaram a surgir dentro da luz. Três, talvez quatro. Altas, de pele azulada e brilho sutil, quase translúcido. Seus movimentos eram lentos e coordenados, como se o ar à volta deles tivesse densidade própria.
Mary recuou, ofegante.
— Quem… quem são eles?
John respondeu com calma:
— Aqueles que vieram antes. Os que guardam as histórias de todos nós.
A missão
Mary observou aquelas figuras, fascinada e aterrorizada. Eles se aproximaram até ficarem a poucos metros dela. Nenhuma falava, mas Mary sentia uma presença direta em sua mente — como se uma voz silenciosa se comunicasse dentro dela.
— O que querem comigo? — Mary perguntou em voz alta.
— Nós viemos mostrar a verdade — respondeu aquele ser azul de aspecto masculino, dentro do pensamento de Mary. — A origem das coisas que você procura.
A Memória Viva
O ser azul angelical apontava um pequeno dispositivo em sua mão para a parede da caverna. O dispositivo irradiava uma luz fluorescente muito brilhante que cegava Mary. Ela se esforçou para abrir os olhos.
Sua visão foi se adaptando à luz, e de repente, as luzes começaram a projetar imagens coloridas em três dimensões. Mary teve um sobressalto e ficou encantada com as imagens projetadas diante dela, como se o ar se transformasse em memória viva.
A paisagem era antiga. Vulcões ativos, rios de lava, florestas densas. No alto, naves luminosas desciam do céu — esferas azuladas, silenciosas. Elas pairavam sobre o solo e lançavam feixes de luz que pareciam analisar tudo ao redor.
Em uma das imagens, ela viu John em um campo de escavação antigo na África subsaariana. Foi então que ela percebeu que aquele era John Frere, seu antepassado.
—John!!! Você é… meu tataravô?????
—Sim, minha filha! Você cavou o mundo do mesmo modo que eu cavei o tempo. A curiosidade é a herança mais antiga da nossa família!
Mary encheu os olhos de lágrimas e deu a mão para John, que sorriu com os olhos marejados, como um avô orgulhoso.
Uma Visão Extraordinária
As imagens se tornaram mais nítidas para Mary. Ela viu no filme os seres azuis caminhando entre primatas. Manipulavam instrumentos, recolhiam amostras, analisavam estruturas biológicas. Dentro de grandes câmaras transparentes, cadeias de DNA se combinavam com outras, formando novas estruturas.
Mary mal respirava.
— Isso… é a Terra???
— Há milhões de anos! — disse a figura azul angelical, sorrindo ternamente.
O ser azul continuou, a voz firme e serena:
— Eles não criaram a vida. Ela já existia aqui. Mas estudaram, compreenderam e aperfeiçoaram. Realizaram experimentos genéticos com os primeiros seres deste planeta. Misturaram parte do próprio código com o dos animais locais. Foi assim que o ser humano começou a surgir — não em um só lugar, mas em muitos. Se não fosse assim, teria levado milhares de anos…
O Auxílio
Mary ouviu em silêncio, hipnotizada pelas cenas.
— Está dizendo que… eles nos criaram?
— Ajudaram — corrigiu ele. — A evolução é um caminho, mas às vezes é longo demais e precisa de orientação.
As imagens continuavam a mudar. Mostravam continentes diferentes, seres humanos primitivos se erguendo, aprendendo a andar, a caçar, a olhar para o céu. As mesmas esferas de luz observavam de longe, registrando tudo.
— Não houve um só berço para a humanidade — disse o ser azul de aspecto masculino. — Eles testaram o mesmo código em muitos lugares. Alguns grupos floresceram. Outros desapareceram. O processo nunca foi acidental.
A origem das pegadas
Mary abaixou a cabeça, emocionada e disse reticente:
— As pegadas que nós encontramos…
— … são deles — o ser azul completou suavemente. — O instante em que o instinto recebeu o sopro da consciência.
Os seres azuis
Ela olhou para ele, buscando explicação.
— Quem são vocês, afinal?
John se adiantou.
— Aqueles que zelam pela nossa evolução, desde os primeiros passos.
Por um momento, ficaram em silêncio. A luz à volta começou a diminuir, e os seres recuaram, desaparecendo lentamente no brilho que os trouxe.
O desespero de Mary
Mary deu um passo à frente, desesperada para não perdê-los de vista.
— Esperem! Me contem mais, por favor!
Mas John a deteve com um gesto calmo.
— Eles querem te mostrar a história completa. Mas você tem que escolher: pode continuar buscando fragmentos… ou pode ver tudo!
A firmeza de Mary
Mary não teve dúvidas. Ela o encarou, com os olhos firmes de uma vontade resoluta.
— Eu quero ver tudo!
Ele sorriu, com gentileza e se virou para os seres azuis.
O medo de Mary
A luz começou a crescer novamente. O chão tremia sob os pés.
Mary olhou para ele, assustada, segurando sua camisa, como tentando se prender ao ambiente.
—Eles vão me levar?
— Calma, Mary! Confie! – John respondeu segurando suas mãos carinhosamente, como um pai.
A decisão de Mary
Ela respirou fundo, o coração acelerado.
— Eu quero ver. Mas quero voltar!
John assentiu, sem desviar o olhar.
— Você vai voltar. E vai lembrar do que precisa lembrar.
A abdução
A claridade tomou o ambiente. As paredes desapareceram, e tudo virou um campo de luz vibrante. Mary sentiu o corpo levitar, leve, sem peso.
A viagem
A claridade tomou o ambiente. As paredes desapareceram, e tudo virou um campo de luz vibrante. Só se via o corpo de Mary brilhando como uma silhueta de luz. Seu corpo foi se erguendo do chão e ela levitou no ar, leve, sem peso.
Brilhos e luzes coloridas ao redor do corpo de Mary, como que empurrando seu corpo para cima. Um som estridente pairou no ar, o mesmo som de quando aqueles seres chegaram. Um som grave que parecia vir do próprio ar, crescendo até preencher tudo.
No alto daquela paisagem de luz envolvendo Mary, surge a nave dos seres azuis. Em um instante, a nave imponente a engoliu para dentro, revelando em sua estrutura magnificente, uma tecnologia impossível de ser concebida pela engenharia humana.
A nave se torna cada vez mais clara e brilhante. Um som cortante e alto anuncia um acontecimento. No ápice do som, a nave desaparece. O silêncio prevalece. E a viagem… acontece.
As Pegadas de Laetoli – Capitulo 4 – A Luz no Fim do Túnel
No episódio anterior de As Pegadas de Laetoli, Mary desaparece em uma caverna misteriosa, onde se depara com seu ancestral e com Seres Luminosos de brilho azulado… Eles revelam a chocante e verdadeira origem da humanidade e a desafiam: buscar fragmentos ou ver toda a história? Mary escolhe ver o desconhecido. Ao ser conduzida para a nave, será que ela corre o risco de nunca mais voltar?
A viagem
A claridade se transformou em um espaço de pura luz. Mary não sentia mais o peso do corpo, apenas uma leveza constante, como se fosse sustentada por energia. Ao redor, tudo era branco e silencioso.
Então, a voz calma do homem soou em sua mente — não vinha de fora, mas de dentro dela:
— Seu corpo estará seguro, Mary. Mas o que vai viajar agora é a sua consciência.
A cápsula
A luz à frente começou a se moldar. Formou-se uma sala circular, lisa, feita de um material que parecia cristal vivo. No centro, havia uma cápsula translúcida onde Mary viu o próprio corpo. Ela estava deitada, imóvel, serena. Ela acreditou que estava fora de si.
Ao lado da cápsula, dois dos seres azuis a observavam. Um deles explicou com voz suave:
— Para viajar conosco, é preciso ajustar a vibração. O corpo físico não suportaria. Este é um invólucro temporário, feito de partículas vivas, programadas para responder à sua consciência.
Mary olhou para as próprias mãos e depois para as pernas, com olhar atônito. Eram luminosas, quase transparentes, compostas por pequenos pontos brilhantes que pulsavam como células.
— É… é como uma roupa de luz?
— Pode-se dizer que sim. – Respondeu o mentor sorrindo e achando graça.
— É um corpo adequado à luz — respondeu a mentora de roupa dourada.
A caminho da luz
Mary sentia paz com aqueles seres, naquela nave futurista, completamente alheia ao seu entendimento. O ambiente por si só parecia acolhedor, como se a energia daqueles seres fosse ressoasse em generosidade, lucidez e cuidado.
O mentor azul, de nuances mais masculinas, aproximou-se e disse:
— Vamos te mostrar o caminho.
O Zami-Idur
De repente, a cápsula e o chão desapareceram. Mary sentiu que se movia, embora não houvesse vento nem direção. À frente, o espaço escureceu, e uma espiral gigantesca surgiu — um vórtice negro e pulsante que girava em silêncio. O mentor falou:
— É aqui que começa o Zami-Idur. Para o que estão na sua faixa de frequência vibracional, pode parecer um buraco negro e assustador. Para nós, é um caminho, uma estrada de luz.
O Vórtice de Luz
Mary observou, fascinada e apreensiva, enquanto a nave mergulhava naquela espiral. Em vez de escuridão, havia cor — faixas de luz azul e dourada em movimento constante. Tudo vibrava em harmonia.
— Estamos atravessando o fluxo — explicou o mentor. — A matéria aqui não existe. Esse é um túnel de pura luz, totalmente sem resistência.
A velocidade era impossível de medir. Mary via o espaço se curvar, as cores se expandirem, até que tudo se dissolveu em um clarão e o movimento cessou. A luz cegou os olhos de Mary.
A V3
Quando ela finalmente pode ver, estavam em outro lugar. Do lado de fora da nave, não havia estrelas — apenas estruturas luminosas flutuando no vazio, como cidades formadas de pura geometria. Linhas, cubos, espirais, tudo feito de energia viva.
— Onde estamos? — perguntou.
— Na V3 — respondeu o mentor. — Aqui, é onde os modelos são formados.
Mary observou maravilhada aquelas formas que se moviam e se organizavam em padrões perfeitos, como se o espaço inteiro fosse uma mente viva.
— Os modelos de Platão!!!! É como se fossem ideias… — murmurou.
— Exatamente, Mary! Aqui é onde as formas nascem das Consciências Perfeitas, antes de se tornarem realidade.
O Nascimento da Criação
A nave seguiu em frente, atravessando campos de energia que mudavam de cor conforme se aproximavam. Mary sentia a vibração aumentar em sua mente, que parecia um aparelho de rádio tentando sintonizar milhares de estações simultaneamente.
O mentor azul falou com voz mais baixa:
— O que você vai ver agora é a V2. É o ponto em que o Uno se divide para dar vida à Criação.
A Dança Cósmica
A mentora azul completou com doçura poética:
— É onde estão nossa Mãe e nosso Pai. Onde acontece a dança cósmica entre o Sim e o Não. Entre a atração e a repulsão.
À frente e bem longe, uma imensa turbina de energia girava em sentidos opostos. Era um vórtice luminoso, que parecia parado de tão rápido. No centro, uma luz branca vibrava com força indescritível. Ao redor, muitas cores e brilhos reluzentes e muitas faíscas emitindo raios ao infinito e além.
O Som Primordial
Mary observou, sem conseguir piscar. Conforme eles se aproximaram um pouco mais, mas ainda muito distante, um som começou a surgir aos poucos — uma nota profunda e contínua, que se expandia em todas as direções.
— O que é esse som? É Deus? — perguntou Mary emocionada, quase chorando de alegria e êxtase.
— É o som original, a música das esferas — respondeu a mentora azul. — O equilíbrio entre o lado feminino e o masculino de Deus. É o que mantém tudo vivo.
A Integração de Mary
Mary ficou imóvel, tomada por uma emoção que não sabia nomear. O som crescia até se tornar parte dela. Era como se cada partícula do seu corpo brilhasse junto com aquela luz. A mente se abriu, e por um instante ela compreendeu tudo: o universo, a vida, o tempo.
A intensidade aumentou. Mary tentou resistir, mas a força era grande demais. Sentiu-se dissolver na vibração, tornando-se parte do som. Então, tudo ficou branco.
O Retorno
Quando despertou, estava de volta ao interior da nave. Um dos seres ajustava algo na cápsula onde seu corpo original ainda repousava.
— Ela viu o que podia ver — disse o mentor.
— Agora, é esperar que ela passe a vibrar nessa sintonia. — completou a mentora.
A nave começou a mover-se novamente, atravessando o fluxo de volta. Pouco a pouco, a luz azulada da cápsula foi se apagando. O corpo luminoso de Mary se desfez, e ela sentiu a consciência retornar.
De volta a Laetoli
Abriu os olhos. Estava deitada no chão do campo de escavação, em Laetoli. O vento soprava leve, e o sol da manhã tocava o rosto dela. Por um momento, ficou sem saber se tudo havia sido real.
Levantou-se devagar e olhou ao redor. As pegadas continuavam lá, intactas. Sussurrou e chorou, emocionada:
— Eu tinha tantas perguntas…
O Silêncio de Mary
Dias depois, já recuperada, conversava com o assistente no acampamento. Ele folheava as anotações e parecia confuso.
— Doutora, a senhora devia contar isso ao mundo. Porque isso muda tudo! — disse com urgência. — Se essas pegadas forem mesmo humanas… a senhora vai ficar famosa. Isso reescreve a história inteira da humanidade!
Mary sorriu com serenidade.
— Eles vão saber — disse. — Mas não porque eu vou contar. Vão saber quando estiverem prontos pra ver.
O Som do Om
Mary saiu da tenda, caminhou até o campo e observou o horizonte. O vento voltou a soprar, e por um instante ela pensou ouvir, distante, o mesmo som que ouvira lá em cima — o som do OM, suave e constante, misturado ao silêncio da Terra.
— Meu pai, minha mãe, estejam sempre comigo onde eu for! Eu estou ao seu inteiro dispor!
Encerramento
Este foi um conto de Arqueologia Proibida “As Pegadas de Laetoli”, uma história da série “Crônicas Proibidas”, onde se misturam ciência, mistério e consciência. Cada história é contada em quatro capítulos de cinco minutos, até completar vinte minutos de uma jornada de mistério e expansão pelo desconhecido.
Esta é uma criação ficcional, inspirada em pesquisas e fatos reais, reinterpretados pela imaginação e pela vibração da consciência da autora. Se você sente o chamado do desconhecido e ama histórias que desafiam o que chamamos de realidade, deixe o seu like iluminado, inscreva-se e comente o que achou deste capítulo, porque o que vem a seguir pode mudar tudo o que você pensa saber sobre a própria existência.
Créditos
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