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As Pegadas de Laetoli – Capítulo 03 – Arqueologia Proibida

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As Pegadas de Laetoli - Capítulo 03. ©Alfarrábios da Alma, 2025
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Em “As Pegadas de Laetoli – Capítulo 03 – Arqueologia Proibida”, Mary e John estão na caverna onde as paredes brilham com símbolos ocultos intraduzíveis. Em meio a luzes e sons retumbantes, surgem os fantásticos Seres Azuis iluminados que parecem vir das estrelas e apresentam mensagens que podem redefinir tudo o que ela acreditava sobre a origem humana. São reveladas conexões inesperadas entre Mary, John e as Pegadas de Laetoli. Diante dessas revelações, Mary é levada a uma encruzilhada decisiva, onde sua escolha pode impactar não apenas a própria vida, mas também o futuro da humanidade. Entre memórias vivas projetadas no ar, presenças azuis enigmáticas e uma revelação que atravessa eras, Mary é convidada para uma viagem pelo incognoscível. No instante em que a luz cresce e o impossível se aproxima, Mary decide seguir adiante. E o que acontece depois… só pode ser visto, não contado.

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As Pegadas de Laetoli – Capítulo 3

No Episódio Anterior

No episódio anterior de As Pegadas de Laetoli, Mary foi tragada para dentro de uma caverna subterrânea, encontrou um homem que falava como quem atravessou eras… e foi surpreendida por algo que não pertencia a este mundo…

Um lugar diferente

Por um tempo, Mary permaneceu de olhos fechados e ouvidos tampados. O medo fazia seu coração pulsar forte. Aos poucos, ela foi se acalmando e abriu os olhos devagar para ver onde estava.

Havia uma claridade intensa à sua volta, mas nenhum som. Quando enfim conseguiu enxergar, percebeu que continuava na mesma câmara subterrânea — mas o ambiente era diferente. As paredes, antes de pedra, agora pareciam feitas de uma matéria viva, translúcida, pulsando luz.

John estava ao lado dela, observando com tranquilidade.

— O que é isso? — perguntou Mary, a voz trêmula.

Ele sorriu levemente.

— Você está segura, Mary. É sempre assim na primeira vez!

— Mas do que o senhor está falando?

As Figuras Azuis

Mary deu um passo para trás, tentando compreender o que via. O ar parecia vibrar, e a luz se movia como se respirasse. De repente, ele disse:

— Você já vai entender! Eles chegaram!

Antes que ela pudesse responder, figuras em forma humanoide começaram a surgir dentro da luz. Três, talvez quatro. Altas, de pele azulada e brilho sutil, quase translúcido. Seus movimentos eram lentos e coordenados, como se o ar à volta deles tivesse densidade própria.

Mary recuou, ofegante.

— Quem… quem são eles?

John respondeu com calma:

— Aqueles que vieram antes. Os que guardam as histórias de todos nós.

A missão

Mary observou aquelas figuras, fascinada e aterrorizada. Eles se aproximaram até ficarem a poucos metros dela. Nenhuma falava, mas Mary sentia uma presença direta em sua mente — como se uma voz silenciosa se comunicasse dentro dela.

— O que querem comigo? — Mary perguntou em voz alta.

— Nós viemos mostrar a verdade — respondeu aquele ser azul de aspecto masculino, dentro do pensamento de Mary. — A origem das coisas que você procura.

A Memória Viva

O ser azul angelical apontava um pequeno dispositivo em sua mão para a parede da caverna. O dispositivo irradiava uma luz fluorescente muito brilhante que cegava Mary. Ela se esforçou para abrir os olhos.

Sua visão foi se adaptando à luz, e de repente, as luzes começaram a projetar imagens coloridas em três dimensões. Mary teve um sobressalto e ficou encantada com as imagens projetadas diante dela, como se o ar se transformasse em memória viva.

A paisagem era antiga. Vulcões ativos, rios de lava, florestas densas. No alto, naves luminosas desciam do céu — esferas azuladas, silenciosas. Elas pairavam sobre o solo e lançavam feixes de luz que pareciam analisar tudo ao redor.

Em uma das imagens, ela viu John em um campo de escavação antigo na África subsaariana. Foi então que ela percebeu que aquele era John Frere, seu antepassado.

—John!!! Você é… meu tataravô?????

—Sim, minha filha! Você cavou o mundo do mesmo modo que eu cavei o tempo. A curiosidade é a herança mais antiga da nossa família!

Mary encheu os olhos de lágrimas e deu a mão para John, que sorriu com os olhos marejados, como um avô orgulhoso.

Uma Visão Extraordinária

As imagens se tornaram mais nítidas para Mary. Ela viu no filme os seres azuis caminhando entre primatas. Manipulavam instrumentos, recolhiam amostras, analisavam estruturas biológicas. Dentro de grandes câmaras transparentes, cadeias de DNA se combinavam com outras, formando novas estruturas.

Mary mal respirava.

— Isso… é a Terra???

— Há milhões de anos! — disse a figura azul angelical, sorrindo ternamente.

O ser azul continuou, a voz firme e serena:

— Eles não criaram a vida. Ela já existia aqui. Mas estudaram, compreenderam e aperfeiçoaram. Realizaram experimentos genéticos com os primeiros seres deste planeta. Misturaram parte do próprio código com o dos animais locais. Foi assim que o ser humano começou a surgir — não em um só lugar, mas em muitos. Se não fosse assim, teria levado milhares de anos…

O Auxílio

Mary ouviu em silêncio, hipnotizada pelas cenas.

— Está dizendo que… eles nos criaram?

— Ajudaram — corrigiu ele. — A evolução é um caminho, mas às vezes é longo demais e precisa de orientação.

As imagens continuavam a mudar. Mostravam continentes diferentes, seres humanos primitivos se erguendo, aprendendo a andar, a caçar, a olhar para o céu. As mesmas esferas de luz observavam de longe, registrando tudo.

— Não houve um só berço para a humanidade — disse o ser azul de aspecto masculino. — Eles testaram o mesmo código em muitos lugares. Alguns grupos floresceram. Outros desapareceram. O processo nunca foi acidental.

A origem das pegadas

Mary abaixou a cabeça, emocionada e disse reticente:

— As pegadas que nós encontramos…

— … são deles — o ser azul completou suavemente. — O instante em que o instinto recebeu o sopro da consciência.

Os seres azuis

Ela olhou para ele, buscando explicação.

— Quem são vocês, afinal?

John se adiantou.

— Aqueles que zelam pela nossa evolução, desde os primeiros passos.

Por um momento, ficaram em silêncio. A luz à volta começou a diminuir, e os seres recuaram, desaparecendo lentamente no brilho que os trouxe.

O desespero de Mary

Mary deu um passo à frente, desesperada para não perdê-los de vista.

— Esperem! Me contem mais, por favor!

Mas John a deteve com um gesto calmo.

— Eles querem te mostrar a história completa. Mas você tem que escolher: pode continuar buscando fragmentos… ou pode ver tudo!

A firmeza de Mary

Mary não teve dúvidas. Ela o encarou, com os olhos firmes de uma vontade resoluta.

— Eu quero ver tudo!

Ele sorriu, com gentileza e se virou para os seres azuis.

O medo de Mary

A luz começou a crescer novamente. O chão tremia sob os pés.

Mary olhou para ele, assustada, segurando sua camisa, como tentando se prender ao ambiente.

—Eles vão me levar?

— Calma, Mary! Confie! – John respondeu segurando suas mãos carinhosamente, como um pai.

A decisão de Mary

Ela respirou fundo, o coração acelerado.

— Eu quero ver. Mas quero voltar!

John assentiu, sem desviar o olhar.

— Você vai voltar. E vai lembrar do que precisa lembrar.

A abdução

A claridade tomou o ambiente. As paredes desapareceram, e tudo virou um campo de luz vibrante. Mary sentiu o corpo levitar, leve, sem peso.

A viagem

A claridade tomou o ambiente. As paredes desapareceram, e tudo virou um campo de luz vibrante. Só se via o corpo de Mary brilhando como uma silhueta de luz. Seu corpo foi se erguendo do chão e ela levitou no ar, leve, sem peso.

Brilhos e luzes coloridas ao redor do corpo de Mary, como que empurrando seu corpo para cima. Um som estridente pairou no ar, o mesmo som de quando aqueles seres chegaram. Um som grave que parecia vir do próprio ar, crescendo até preencher tudo.

No alto daquela paisagem de luz envolvendo Mary, surge a nave dos seres azuis. Em um instante, a nave imponente a engoliu para dentro, revelando em sua estrutura magnificente, uma tecnologia impossível de ser concebida pela engenharia humana.

A nave se torna cada vez mais clara e brilhante. Um som cortante e alto anuncia um acontecimento. No ápice do som, a nave desaparece. O silêncio prevalece. E a viagem… acontece.

Referências

  1. ball-dancing-15654.mp3. 24631838 O Criador. Pixabay. https://pixabay.com/pt/music/mundo-ball-dancing-15654/
  2. 524576___bliind__inspiration2. Biblioteca de música do Youtube.
  3. alien-spaceship-roar-287340.mp3. Sound Effect by Yhomar Frhiss Cueva Oviedo from Pixabay. https://pixabay.com/pt/sound-effects/alien-spaceship-roar-287340/
  4. cinematic-sci-fi-trailer-music-414667.mp3. Music by Tunetank from Pixabay. https://pixabay.com/pt/music/t%C3%ADtulo-principal-cinematic-sci-fi-trailer-music-414667/

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