O que são Crenças Limitantes? – 3 Passos Para Transformar Suas Crenças Limitantes – Capítulo 01

O que são Crenças Limitantes? – 3 Passos Para Transformar Suas Crenças Limitantes – Capítulo 01

3 Passos Para Transformar Suas Crenças Limitantes ©Alfarrábios da Alma, 2023
Sumário

Neste capítulo sobre crenças limitantes, você vai entender claramente os conceitos e definições das palavras crença e limitante e o significado da junção entre essas duas palavras, crenças limitantes, para que você possa investigar e compreender melhor as suas próprias crenças e perceber se elas estão limitando você.

Introdução

Sabe aquele problema que você tem que se repete com frequência e você nunca consegue se livrar dele? Por exemplo, você sempre atrai o mesmo tipo de relacionamento que faz você sofrer e acaba sozinha? Ou você tem medo de alguma coisa e nunca consegue se livrar desse medo e isso paralisa você e te impede de seguir em frente? Tal como medo de falar em público? Medo de avião? Medo de dirigir? E você deixa de fazer as coisas por causa desses medos? Pois saiba que esses medos podem estar ligados às suas crenças limitantes!

E você tem ideia do que são crenças limitantes? Será que são religiões que limitam? Ou será uma espécie de culto sagrado que limita as pessoas que frequentam? Será que é uma crendice popular ou alguma superstição? Ou será que é algo em que acreditamos e que nos impede de obter resultados? Ou algo que nos impede de atingir nossas metas? Supondo que seja isso, será que nós conseguimos nos livrar dessas crenças limitantes? Quem sabe com um galho de arruda ou com uma mandinga forte? Será que tem alguma solução mágica para eliminar isso?

Então, eu vou apresentar aqui para você um pequeno guia para você eliminar as suas crenças limitantes: o que elas são, como elas se formam, quais as suas fontes e, por fim, vou te mostrar 3 passos com muitos exercícios práticos para você eliminar as suas crenças limitantes, de modo que você possa viver de acordo com os seus valores, seus princípios, mas sem conflito com as pessoas, e que você possa realizar os seus sonhos e atingir as metas e objetivos que você deseja, sem a interferência dessas crenças limitantes.

Este é o primeiro capítulo do episódio “Os 3 passos para eliminar suas crenças limitantes”, que faz parte da série “Os Segredos da Alma”, uma série sobre autoconhecimento, que pode ajudar você no seu desenvolvimento pessoal. Se você quiser saber mais sobre o episódio e sobre a série, é só procurar o link das playlists aí na descrição, adicionar às suas playlists e se inscrever no canal para acompanhar os novos episódios.

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Uma pequena história de crenças limitantes

Para começar, vou contar para você a história de uma mulher dos seus 20 e poucos anos, chamada Chatita, que quer muito se casar. Desde menina, os pais da Chatita eram muito protetores e gostavam de cercá-la com cuidados e mimos. A Chatita vivia praticamente em uma bolha. Por causa dessa proteção, a Chatita recebia tudo que precisava, das coisas mais simples às mais sofisticadas. Tudo que uma criança queria, a Chatita tinha na mão, sem nunca sentir falta de nada. Seus pais se desdobravam para suprir e agradar a menina.

Na escola, a Chatita começou a ter dificuldades, porque os professores não conseguiam dar conta de oferecer a ela tudo que os pais ofereciam. E os coleguinhas da Chatita não a tratavam muito bem, porque ela não tinha iniciativa e era pouco participativa, sempre arrumando encrenca com os colegas.

Por ela ter sempre tudo à mão, ela não conseguia se adaptar bem com as brincadeiras das outras crianças, que pareciam brutas para ela, já que ela não ganhava sempre, não é? Se ela era contrariada de alguma forma, ela se irritava e chorava muito, de modo que ela foi ficando cada vez mais isolada das outras crianças. E assim, ela não conseguia nem se defender, nem interagir com ninguém, mas seus pais sempre a consolavam e a compensavam com presentes e mimos.

A Chatita cresceu e se tornou uma pessoa muito melindrosa, com dificuldades de se relacionar com as outras pessoas, não conseguia se sair bem nos estudos, nem no trabalho. Quanto mais os pais viam as dificuldades da Chatita, mais eles a protegiam, para que ela não sofresse. E assim a Chatita nunca teve forças para reagir e acabou se tornando uma pessoa problemática, cheia de transtornos emocionais.

Agora, vamos analisar a história da Chatita: uma mulher que foi criada por pais superprotetores e que sempre teve tudo que queria, sem nenhuma contrapartida. Como ela vai se desenvolver? Possivelmente, ao se deparar com o mundo lá fora, ela vai se chocar e ter dificuldades, porque não aprendeu a se defender, a se proteger, a conquistar o que deseja, porque sempre teve tudo isso, sem nenhum esforço. 

E assim se formaram as crenças da Chatita, que vão fazer com que ela aja no mundo com base nisso tudo que ela aprendeu. E agora que ela cresceu e quer muito se casar, é possível que ela tenha dificuldades em conquistar um parceiro, porque talvez seja difícil encontrar um homem que faça tudo que os pais dela costumavam fazer por ela. 

E a Chatita começa a ter problemas repetitivos, que ela não consegue resolver. Por que ela sempre tenta conquistar algum rapaz que ela acha interessante, e até consegue temporariamente, mas, aos poucos, o rapaz perde o interesse por ela. E aquela cena se repete à exaustão. Os anos vão passando e a Chatita não consegue namorar firme com ninguém.

E por que isso acontece? Por que a Chatita sempre vive a mesma cena de horror, com os mesmos personagens e o mesmo resultado devastador? É devido às suas crenças sobre si mesma e sobre a vida, que se tornaram limitantes!

Mas, o que são essas crenças limitantes? Vamos descobrir!

O que são crenças?

A crença pode ser algo em que você acredita, e também pode ser algo em que você tem fé.  E acreditar e ter fé são a mesma coisa? Talvez, mas pode haver uma sutil diferença: “acreditar” em algo pode ser definido como dar crédito, dar valor ou confirmar que aquilo existe. Quando você diz “eu acredito em você” pode significar que você está me dando crédito e que tem confiança na minha pessoa. 

Quando você diz que acredita em um candidato, é porque você confia nele, no sentido de ter um valor para você. Algumas características do candidato levam você a confiar nele, tem algo nele que faz você acreditar.

No entanto, quando você diz que acredita em Papai Noel, você não está dizendo que você acredita que existe um velhinho, que mora no Pólo Norte e que vem todo Natal colocar os presentes na sua lareira.

Você está dizendo algo mais relacionado a um sentimento de que você se identifica com a magia do Natal, com o simbolismo dos presentes, da reunião em família. Então o Papai Noel tem uma representação simbólica para você, que seria o “espírito do Natal”. Essa seria a crença como fé.

Vamos ver a etimologia da palavra crença: crença vem do latim credĕre, que, por sua vez, vem do indo-europeu:

  •  kerd-, que significa coração
  • dhē-, que significa colocar;  
  • e -ência, do latim -entia, que é “a qualidade de”

Assim, podemos definir a palavra crença, literalmente, como “qualidade do que é colocado no coração, do que está no coração”.

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Ou seja, quando cremos, é como se colocássemos aquela coisa em que acreditamos dentro do nosso coração, tornando aquilo inerente a nós. E passamos a agir com base naquela crença.

Então, a crença, no sentido de acreditar, de dar crédito, está mais ligada à veracidade de uma coisa que pode ser confirmada

E a crença, no sentido de ter fé, não tem a ver com a qualidade da coisa que se acredita e sim com aquilo que a coisa representa para nós! Ou seja, ao simbolismo do que propriamente à coisa em si.

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Diferença entre crença como dar crédito e crença como ter fé

Como vimos, existe uma sutil, mas importante diferença entre o significado de crença como “dar crédito” e o significado de crença como “ter fé”. Vamos esclarecer isso com um exemplo: 

Você acredita na sua mãe, porque ela é uma pessoa que você admira, porque ela é correta, justa e generosa. É uma crença que você tem sobre a pessoa “sua mãe”. E não tem a ver com você, tem a ver com ela, com as características dela como pessoa, independente de você.

Mas há outro tipo de crença que você pode ter sobre sua mãe que não diz respeito ao que ela é, e sim algo que você sente sobre ela, que diz respeito a você. Por exemplo, você sente que sua mãe privilegia seu irmão e deixa você de lado. Então, o que você sente? “Minha mãe não gosta de mim, estou sempre em segundo lugar”.

Percebe a diferença? No primeiro caso, você está considerando sua mãe como uma pessoa independente de você e dos seus sentimentos, você está considerando sua mãe por ela mesma. No segundo caso, você está considerando sua mãe como alguém que está interferindo nos seus sentimentos, então tem tudo a ver com você.

Ou seja, há crenças que são objetivas, relativas aos objetos, ou seja, às pessoas, aos outros seres ou às coisas em que você acredita, em que você confia ou dá crédito. E não tem problema nenhum com essas crenças. Elas são necessárias, vão te ajudar a viver em sociedade, a resolver as questões práticas da vida.

Mas há crenças que mexem com o nosso coração, que é a crença no sentido de “ter fé”. E são essas que formam a nossa personalidade, o nosso modo de ser no mundo. Essas são as crenças subjetivas, porque elas mexem com o sujeito, que é você!

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No segundo caso, em que você acredita que sua mãe privilegia seu irmão, isso vai causar impacto na sua mente, no seu emocional, no seu comportamento e isso vai se enraizar em você, na forma de crenças. Mas por enquanto talvez ainda não sejam crenças limitantes, são apenas crenças.

Então, as crenças são a forma de você absorver do meio externo tudo aquilo que move o seu coração. E isso é saudável, porque precisamos absorver informações, interpretar, selecionar os conhecimentos que nos ajudem a viver, e criar raízes para viver nesse mundo. E precisamos aprender coisas que nos impulsionem, que mexam com o nosso coração, senão vai ser difícil reagir e seguir em frente.

O problema é que, muitas vezes, não analisamos o que estamos absorvendo do mundo, aceitamos aquilo como se fosse a coisa certa e verdadeira, o que nem sempre é, de fato. E isso acaba gerando algumas crenças que são limitantes, que nos impedem ou dificultam a nossa jornada.

Então, você precisa rever as suas crenças, identificar as que são limitantes e se libertar delas ou ajustar de forma que elas coincidam ou fiquem mais próximas do seu jeito de ser, da sua alma. Assim você vai poder viver no mundo interior e no mundo exterior com equilíbrio e harmonia. No caminho do meio.

O que é limitante?

Agora, vamos entender um pouco mais sobre a palavra limitante. O que é limitante? A própria palavra já traz em si o seu significado. Limitante é algo que impõe limites. É uma divisa, uma fronteira ou uma barreira. É algo que não permite que você ultrapasse ou que você siga adiante. 

O limite pode ser algo bom para as pessoas, especialmente quando elas são crianças ou adolescentes. Os limites fazem parte da disciplina, da educação, do respeito, do convívio em sociedade. Mas, eventualmente, podem ser algo ruim, quando impedem a pessoa de atingir um objetivo, de ir além de suas capacidades, de progredir, de se projetar.

Exemplo: Quando você diz para o seu filho não chegar em casa depois das 10h da noite, é um fator limitante que você está impondo a ele. Isso pode ser bom ou ruim. Bom, do seu ponto de vista, porque você está garantindo a segurança dele, o bem estar, que ele tenha disciplina, que durma cedo e não fique incomodando na casa dos outros ou em festas e baladas. Mas pode ser ruim, do ponto de vista dele, porque ele preferia ficar mais tempo com os amigos ou com a namorada e acha que a noite é uma criança e que ele poderia aproveitar mais a vida.

Nesse caso, você está impondo limites a alguém e isso é bom para você, que impõe os limites, e ruim para o outro, que está sendo limitado. Mas pode acontecer o contrário: alguém impondo limites a você e isso será ruim. 

Também pode acontecer de você impor limites a si mesmo, por exemplo, estudando para um concurso, fazendo uma dieta, e isso pode ser muito bom para você. 

Enfim, o limite pode ser imposto por você a si mesmo, por você aos outros e pode ser imposto pelos outros a você, e isso pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista. Tudo depende do resultado que está tendo e para quem. Como tudo na vida, aqui na dualidade, o limite pode ser algo positivo ou negativo.

Mas, no caso das crenças limitantes, a junção dessas duas palavras é quase sempre usada em um sentido negativo, em que a crença está cerceando ou bloqueando você. Mesmo que algum dia ela tenha sido boa para você. Atualmente, não é mais.

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O que é a crença limitante?

Então, o que seriam as crenças limitantes? São ideias que a pessoa adota como suas e que movem o seu coração, mas que, em algum momento, passam a limitar, de alguma forma, essa pessoa, impedindo que ela vá além de um certo limite, que ela poderia e deveria ultrapassar, se a crença não estivesse ali impedindo. As crenças limitantes acabam provocando problemas repetitivos, paralisias e retrocessos na vida da pessoa e, por isso, precisam ser avaliadas e modificadas, para que a pessoa extrapole essas limitações.

Assim, as crenças limitantes são sempre prejudiciais. Normalmente, elas estão mais relacionadas a ter fé em algo ou alguém, porque a crença de dar crédito tem mais a ver com as coisas práticas e materiais.

Agora, vamos voltar ao exemplo da Chatita e tentar entender quais são as crenças limitantes que estão atrapalhando a vida dela?

A Chatita se torna adulta, se apaixona por um rapaz e quer muito namorar e se casar com ele. Ela é muito bonita, mas o rapaz não se interessa por ela, devido ao modo como ela se comporta. Ela leva um fora e fica frustrada. Então, ela se apaixona por outro e por outro e por outro. E nunca consegue namorar por muito tempo com nenhum deles. Só então a Chatita vai perceber que tem algo errado com ela.

Assim, a Chatita assiste a essa série sobre crenças limitantes aqui no Alfarrábios e faz uma auto análise. E ela chega à conclusão, muito sincera, de quais são as crenças limitantes sobre si mesma, sobre a vida e o mundo, que são as seguintes:

  • Para ser amada, eu não preciso fazer nada
  • Para ter recompensas, eu não preciso me esforçar
  • Se meus pais fazem tudo por mim, todos devem fazer tudo por mim
  • As pessoas existem para me servir
  • Eu preciso ser protegida
  • Não sou capaz de fazer nada por mim mesma
  • O sofrimento é insuportável, eu não vou aguentar
  • Alguém sempre vai me proteger 

Mas será que o fato de a Chatita ser tão protegida pelos seus pais indica que ela se sinta amada e protegida? E que ela ame e respeite a si mesma? É bem provável que não, pois, se ela já recebe tanto amor dos pais e sem reciprocidade, por que ela precisaria amar a si mesma? Os pais já fazem isso por ela, muito além do necessário. E tudo fica muito confortável quando estamos no seio da nossa família. 

O problema é quando saímos para viver no mundo, quando não temos mais os nossos pais e familiares para nos proteger. Então, a Chatita não aprendeu a amar a si mesma e as crenças dela são sempre uma expectativa de que o outro vai amar ela incondicionalmente. Ela aprendeu que só está ali como um bebezinho, para receber o amor. E por isso, é bem provável que a Chatita vai ter muitas dificuldades com as pessoas lá fora. E isso vai se refletir no interior dela e fazer ela sofrer.

Assim, a Chatita fica muito triste por perceber suas crenças limitantes, mas agora ela tem um motivo para lutar e para combater essas crenças! Porque ela quer muito ter um parceiro legal! Por muito tempo, essas crenças da Chatita sobre a vida não limitavam ela de forma alguma, pois ela não tinha um sonho ou objetivo, não tinha nada pelo que lutar. Mas agora, por algo que ela não consegue conquistar, ela sente essas limitações. Por isso, a Chatita quer entender mais sobre como ela adquiriu essas crenças e como ela pode se livrar delas. E por isso é importante você também saber mais sobre as suas crenças limitantes, para entender a relação que elas têm com os seus problemas, principalmente aqueles repetitivos, que mais te incomodam sempre e sempre. Com isso, você terá o poder de eliminar essas crenças e, consequentemente, se livrar também desses problemas repetitivos.

Encerramento

No próximo capítulo do episódio sobre Crenças Limitantes, nós vamos falar sobre as fontes, ou origens, das crenças limitantes. De onde elas vêm? Será que vêm de nossos pais? De nossos antepassados? De nossa família? Dos amigos? Ou será que já nascemos com elas? Talvez de outras vidas?E por que é importante saber isso?

Antes de encerrar, eu quero agradecer a você por ter ficado comigo até o final e espero que tenha sido útil a você! Aproveito para te lembrar de dar aquele like iluminado, se inscrever no canal e postar seus comentários!

Também agradeço a todos os criadores de conteúdo por disponibilizarem seus materiais, e às plataformas, por disponibilizarem seus espaços, para que possamos apresentar e divulgar nossos conteúdos.

Desejo a todos os seres uma vida plena, com muita luz, e que você siga o seu caminho na mais santa paz!

Namastê!

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