De onde vêm as nossas crenças limitantes? – 3 Passos Para Transformar Suas Crenças Limitantes – Capítulo 02

De onde vêm as nossas crenças limitantes? – 3 Passos Para Transformar Suas Crenças Limitantes – Capítulo 02

crenças limitantes ©Alfarrábios da Alma, 2023
Sumário

No capítulo anterior, nós entendemos os conceitos das palavras crença e limitante e o significado da junção entre essas duas palavras, crenças limitantes, que são ideias que uma pessoa absorve e aceita como suas por parecem boas para ela, mas que, em algum momento, passam a atrapalhar sua vida, criando problemas repetitivos que ela não consegue resolver, devido a essas crenças.

Agora, seria interessante entender de onde elas surgem e quais as fontes dessas crenças. Será que surgem de nós mesmos? Ou será que vem dos outros? E por que raios nós aceitamos essas coisas limitantes dentro de nós? Será que foi inconsciente? Como é que você deu essa bobeira e deixou isso entrar em você? Como é que você não percebeu nada?

Entender as fontes das nossas crenças e, mais especificamente, das nossas crenças limitantes é uma muito importante, porque vai ajudar você a se observar e a procurar dentro de você, na sua história de vida, nas suas lembranças, no seu comportamento, em tudo que você faz, se tem alguma crença limitante movendo você para um abismo qualquer! E vai te ajudar a quebrar essa crença, antes que você caia! E vai te ajudar a subir, a escalar a montanha da ascendência seguindo os seus próprios caminhos, de um jeito mais agradável e mais prazeroso para você!

Quais as fontes das crenças?

Normalmente, a crença tem origem nas pessoas com as quais convivemos. E conviver não significa necessariamente viver junto, presencialmente. Além de convivermos com a nossa família na mesma casa, também convivemos com nossos colegas na escola, no trabalho, no lazer, com os personagens da TV, com os escritores que lemos, com os youtubers que seguimos e assim vai. São muitas as influências externas.

E como nós absorvemos as crenças do meio externo? Pode ser a partir do comportamento, do pensamento ou do sentimento das pessoas com quem convivemos ou dos ambientes que frequentamos, presencialmente ou virtualmente. E muitas vezes, nós mesmos criamos as crenças, com base na nossa observação sobre o mundo.

Então, mesmo quando nós criamos a crença, ela quase sempre vem do meio externo ou para satisfazer alguma condição do meio externo, por exemplo, sua família, seus amigos ou o grupo do qual você participa.

Vamos explicar e dar exemplos de cada uma delas. 

Crenças do Comportamento 

As crenças que surgem do comportamento vêm da sua observação do comportamento dos outros. Nós observamos o comportamento das outras pessoas e repetimos. Normalmente, começa com nossos pais, irmãos e familiares próximos. 

E fazemos isso por diversos motivos:

  • porque somos instruídos a seguir determinados comportamentos
  • porque admiramos certas pessoas e copiamos o seu comportamento
  • por inércia, sem nem mesmo perceber que estamos fazendo aquilo

Você pode fazer um teste. Quando estiver conversando com uma pessoa por algum tempo, comece a fazer algo repetitivo no seu corpo, como cutucar as unhas, por exemplo. Fique observando os modos da outra pessoa e, possivelmente, depois de alguns minutos, você vai notar que a pessoa também vai começar a cutucar as unhas. 

Muitas vezes, é inconsciente copiarmos o comportamento das pessoas. Nem percebemos, porque é automático. E até mesmo os animais e plantas imitam o comportamento de outros organismos para obter vantagens, o que é chamado de mimetismo e é uma característica adaptativa importante. 

Da mesma forma, nós humanos usamos a imitação do comportamento como uma capacidade de adaptação ao meio. Logo, é instintivo e necessário à sobrevivência, porque é a forma como aprendemos a viver em sociedade. 

Nós passamos a repetir os comportamentos imitados e assim se formam os hábitos, que por sua vez geram as crenças. Lembrando que os hábitos podem ser positivos ou negativos, podendo gerar crenças fortalecedoras ou limitantes. Vamos a um exemplo.

Sua família tem o hábito de acordar todos os dias às 7h, todos tomam café juntos à mesa, todos almoçam juntos ao meio-dia e vão dormir às 22h. Isto é um ótimo hábito. É um bom comportamento que nos remete a uma disciplina implacável. Nesse caso, qual seria sua crença: “tenho que ter horário para tudo! tenho que me comportar como um britânico e o seu chá das 5h”. 

Isso é ótimo, mas se você vai trabalhar em uma empresa que não tem horários fixos e precisa trabalhar em turnos diferenciados, porque trabalha em um hospital e precisará comer em horários variados, você terá uma grande dificuldade para se adaptar. 

Então, se você perceber que essa crença sobre os horários e a disciplina está atrapalhando sua vida, você vai ter que escolher se vai manter essa crença, esse princípio, essa regra, esse valor, se ele é realmente seu e você se sente muito bem sendo assim e abrir mão do emprego.  

Ou então, você não se importa com isso e pode abrir mão da sua disciplina, porque ela não é realmente sua, foi imposta pelo comportamento da sua família, ao qual você se acostumou, se habituou e isso se transformou em um valor, em uma crença, que agora está te limitando! Entendeu?

Eu não estou aqui julgando se é certo ou errado acordar cedo, ter disciplina, ter horários rígidos para cada coisa ou fazer tudo no momento que der na telha. Não existe nenhuma questão de certo e errado quando lidamos com as crenças limitantes. 

O importante é que você compreenda que se comportar a partir dessa crença está te limitando e que você precisa mudar de alguma forma. A resposta mais adequada para a situação, para a mudança que você vai fazer ao se livrar da crença, é você quem vai decidir. E o Buda já dizia: o caminho do meio!

As crenças de comportamento podem ser transpostas para qualquer grupo do qual a pessoa participa: escola, faculdade, trabalho, igreja, clube, amigos, seu time, etc. Você observa o comportamento de um grupo e, para fazer parte desse grupo, se comporta como eles. Se o grupo é funcional, ou seja, se as coisas que eles fazem têm um efeito positivo na sua vida ou algum impacto na sociedade, você passa a acreditar que aquele comportamento é o correto. Uma conclusão lógica! E aquele grupo passa a ter uma autoridade sobre você, que acredita que eles têm uma solução para sua vida! Assim, você pode adotar uma maneira de viver baseada no modo como eles vivem. E se comportar como eles.

E você? Já examinou seus próprios comportamentos? Já conseguiu identificar se muitas coisas que você faz são parecidas com outras pessoas? Mesmo que você não goste muito de se comportar desse jeito? Vale a pena refletir sobre isso!

Crenças do Pensamento

A crença que vem do pensamento surge quando pessoas com quem você convive pensam de uma determinada forma e você absorve aquele modo de pensar como correto e seu. Aquilo pode não ser explícito, mas está embutido no comportamento ou nos sentimentos das pessoas e você absorve como um modo de pensar.

E essa crença está mais relacionada a uma lógica de causa e consequência. Porque você observa as outras pessoas e percebe que as coisas realmente funcionam com aquele modo de pensar delas. Mesmo que seja um funcionamento caótico, aquela realidade é a que você vive, então parece a você que é a forma correta das coisas acontecerem. É aquela famigerada conclusão: “mas as coisas são assim!”

Somente quando você passa a ter contato com outras realidades, você vai questionar aquela que você vive. E talvez só então você perceba que ela não funciona muito bem, que tem outras maneiras de fazer as coisas, ou de resolver os problemas, que são melhores. Ou, ao contrário, você percebe que aquela realidade que você vivia era muito boa e até se sente grato por ter vivido ali, porque as outras realidades são lamentáveis.

Esse modo de viver em sociedade que traz os costumes, os princípios, a moral e a ética das pessoas que vivem próximas pode ser chamado de cultura. Ou seja, suas crenças são aprendidas principalmente pela cultura dos locais onde você vive, das pessoas com quem você convive, que parecem razoáveis para você. 

Mas aprender com aqueles que nos trouxeram ao mundo, com aqueles que estão ao nosso redor é natural e saudável. Muito do que aprendemos é útil e é esse aprendizado que nos permite viver nesse mundo, nos adaptar às circunstâncias e sermos capazes de viver em sociedade. Por isso, devemos ser gratos.

Assim, boa parte das nossas crenças do pensamento, que formam o nosso modo de pensar sobre a vida provêm da nossa cultura. Só precisamos aprender a separar o joio do trigo, ou seja as crenças que nos fortalecem daquelas que nos limitam.

Outra coisa importante que pode surgir a partir das crenças são os preconceitos. Porque nós estranhamos o que é diferente de nós. É o medo do desconhecido. E já partimos do pressuposto que o conhecido é verdadeiro e o desconhecido é falso. E muitas vezes nem analisamos o diferente, simplesmente criamos um bloqueio, uma armadura para não confrontar, nem aceitar. 

Os que decidem conhecer o diferente, ficam com medo de ser excluídos do grupo, e não querem isso, pois estão apegados àquela realidade e têm medo de mudar. Nossa sorte é que o mundo está cada vez mais integrado, então é mais comum as pessoas transitarem entre grupos, culturas e ideias diversas.

Mesmo assim, ainda há muito preconceito, simplesmente porque nos apegamos às nossas crenças e ficamos presos a uma realidade. Não damos abertura para o novo, para outras interpretações da realidade. Então, muitos dos nossos preconceitos andam de mãos dadas com as nossas crenças limitantes, quando não são uma coisa só.

Depois que essas crenças provenientes da família, da cultura, dos grupos com os quais convivemos, se formam, elas se tornam muito arraigadas e é difícil tirar elas de dentro de você! Porque você passa a achar que aquilo é parte da sua personalidade, e que aqueles princípios e valores  tornam você um indivíduo.

No entanto, muito do que está em nós nada mais é que a absorção de informações do meio externo, que nós nos acostumamos a aceitar por obrigação, por falta de opção ou pela lei do mínimo esforço. Vamos ver um exemplo de crenças que surgem do pensamento.

Uma pessoa que é muito religiosa e aprende uma série de princípios morais e éticos de como ela deve se comportar. Ela pode aprender que um camelo pode passar pelo pode passar pelo buraco de um alfinete, mas um rico não pode entrar no reino dos céus. Ela vai absorver esses princípios e vai acreditar que deve ser pobre para sempre, que nunca poderá enriquecer, porque senão ela não vai para o céu.

E você? O que você aprendeu a pensar a partir do modo de pensar de outras pessoas? Será que tudo que você pensa é realmente seu? Você realmente acredita nisso ou você tem uma leve desconfiança de que tem algo errado com esses princípios que você aprendeu e que parecem tão seus? É importante você fazer uma análise sobre isso!

Crenças do Sentimento

Um outro tipo de crença pode vir dos nossos sentimentos. Ou seja, ela não vem por observação do comportamento, nem pela aceitação do modo de pensar e sim pelo sentir. O sentir pode ter a ver com sensação, com emoção e com sentimento.

As sensações

A sensação seria mais relacionada aos 5 sentidos propriamente ditos, a uma percepção do mundo por meio dos sentidos, então é de fora para dentro.

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Um bom exemplo de crença que surge a partir das sensações é aquela que vem do seu instinto, que é uma espécie de sabedoria do corpo de que algo pode te fazer bem ou mal. E é muito comum nós confundirmos sintomas, achando que foram causados por algo que fizemos ou que ingerimos e não tem nada a ver e aquilo se torna uma verdade absoluta para nós.

Por exemplo, você sente o cheiro de uma comida e acha que não está boa para você comer. Aquele cheiro te faz acreditar que aquilo vai te fazer mal. É algo simples, mas que pode se tornar uma crença. Às vezes, você pode estar certo e aquilo realmente te fazer mal. Tipo a boa e velha manga com leite, que já cansei de tomar e nunca me fez mal algum. E você? Já tomou vitamina de manga com leite?

Várias superstições são crenças de sentimento, de sensação. Elas surgem por alguma razão, são distorcidas e se tornam uma superstição sem sentido, uma crença limitante coletiva.

As emoções

A emoção é algo que acontece internamente, é uma espécie de sensação interna e impulsiona para a ação, é algo que precisa ser expresso, ou seja, é de dentro para fora.

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Mas se acontecer algo ruim e você não conseguir digerir a emoção, não conseguir lidar com o que resultou daquele fato, você pode gerar traumas, que são um tipo de crença limitante. O trauma é uma reação não controlada que temos a um fato ou acontecimento extremo. 

O trauma pode causar um dano tão grande à pessoa que ela passa a ter reações físicas, emocionais e mentais a longo prazo, como se o evento estivesse sempre se repetindo, exatamente como as crenças limitantes. Mas nem todas as pessoas que sofrem traumas desenvolvem os mesmos problemas, ou seja, nem sempre a pessoa tem respostas negativas a um fato terrível.

Mas no caso do trauma, sempre que a pessoa se lembra do fato ou faz qualquer associação com o fato, ela tem a mesma reação imediata e sem controle. Parece que se torna uma reação do sistema nervoso autônomo, uma reação automática que não somos capazes de controlar. Nesse caso, será necessário que a pessoa faça um tratamento, uma espécie de dessensibilização, de modo que ela desassocie aquele acontecimento trágico da reação que ela teve ao acontecimento.

Os Sentimentos

O sentimento é algo mais elaborado e complexo, que envolve a articulação das emoções e dos pensamentos. Se olharmos a etimologia da palavra “feeling” em inglês, que quer dizer “sentimento”, significa “emoção consciente”, ou seja, é quando a pessoa consegue gerenciar suas emoções, pensar a respeito e escolher o que ela quer sentir. São esses os três níveis do sentir: a sensação, a emoção e o sentimento.

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O sentimento passa pela sensação, pela emoção e pelo pensamento. As sensações trazem como resultado alguma emoção que faz você se mover, seja por mal ou por bem. Você pode estar apaixonado por alguém e isso parece uma boa sensação. Ou você pode estar com raiva de alguém e isso é péssimo, mas pode fazer você se mover ou ficar paralisado. Mas se você consegue dar mais um passo e refletir sobre aquela emoção, aquilo se torna consciente e você pode raciocinar a respeito e compreender porque aquilo é correto e bom ou incorreto e mal e decidir agir de forma lúcida. Assim, a sensação se tornou emoção, que se tornou pensamento, que se tornou sentimento.

Por exemplo, tem a crença que nasce do sentimento que você tem por outra pessoa. Essa é bem comum e já começa com os nossos pais. Como isso funciona?

Você observa a sua mãe e como ela se comporta com você. Ela é carinhosa, cuidadosa, ajuda você em tudo. Então, você desenvolve um sentimento de gratidão por ela. E esses sentimentos que ela causa em você fazem você acreditar que sua mãe está certa em agir assim. E você passa a se comportar como ela.

Já o seu pai é muito rígido, exigente, irritante, faz você chorar. E ele te causa sentimentos ruins, que fazem com que você fique traumatizado e triste. E embora você ame seu pai, essas emoções negativas que você associa a ele fazem você acreditar que você não deve se comportar como ele.  E que deve se afastar de pessoas como ele, pois essas pessoas farão você sofrer.

E assim nasceram duas crenças de sentimentos. E as duas podem ser limitantes. Essa mãe amorosa pode ter sido muito condescendente e isso tornou você meio relaxado, até mesmo preguiçoso. Mas você não foi objetivo, você só olhou para sua mãe com os sentimentos, de modo subjetivo. E o seu pai, da mesma forma, você não olhou para ele com olhar objetivo, mas com base no sofrimento que ele te causou naquele momento. 

Mas esse pai pode ter sido uma pessoa forte, com muita disciplina e garra, que poderia ter te ajudado a ser uma pessoa mais responsável, teria dado melhores resultados na sua vida. Como você era criança, não conseguia ver seus pais de forma objetiva. Você não foi capaz de olhar para eles como eles realmente são, despidos das suas interpretações subjetivas.

As crenças que vêm dos sentimentos são as candidatas mais propícias a se tornarem crenças limitantes, porque o sentimento em si já é algo muito bem elaborado dentro de nós. Nós nem mesmo cogitamos questionar aqueles por quem temos sentimentos fortes. E não temos esses sentimentos por pessoas passageiras em nossa vida e sim por pessoas que permanecem. Ou seja, são relacionamentos próximos e duradouros que nos levam ao sentimento. São os pais, irmãos, amigos de toda vida, marido, esposa etc.

Todas essas relações nos influenciam com muita força e geram em nós crenças ou padrões muito difíceis de serem quebrados. É quase uma síndrome de Estocolmo que vivemos com pessoas próximas, por muito tempo. E por isso é tão difícil nos libertarmos de crenças dos sentimentos.

Além disso, muitas vezes, continuamos a conviver com essas pessoas e, ao tentarmos nos libertar das crenças que elas provocaram em nós, com certeza, teremos problemas de convivência, dificuldades e conflitos. Para nos libertarmos, vamos precisar de um bom jogo de cintura para identificar, transformar e eliminar as nossas crenças vindas dos sentimentos.

E você? Quais são as suas crenças de sentimentos? Você já se enganou com superstições? Já se apegou a pessoas e depois descobriu que elas eram ruins para você? E já detestou pessoas que depois descobriu que elas eram ótimas e que poderiam ter sido ótimas companheiras? Suas emoções estão sempre te pregando peças e te enganando? Então, é muito importante fazer uma revisão no lago escura e frio das suas emoções. Quanto mais limpas as nossas águas dos sentimentos, mais nos conectamos com a nossa consciência superior! 

Encerramento

No próximo capítulo do episódio sobre Crenças Limitantes, nós vamos falar sobre como as crenças se instalam em nós. Será que nós escolhemos as crenças que queremos? Será que elas são implantadas em nossa mente por algum extraterrestre? Ou será que os nossos pais fazem uma cirurgia quando nascemos e colocam um chip no nosso cérebro? Quem sabe nós mesmos é que colocamos essas tais crenças na nossa cabeça? E se for assim, por que raios nós fazemos isso, já que elas são limitantes? Então, assista o próximo capítulo para saber!

Antes de encerrar, eu quero agradecer a você por ter ficado comigo até o final e espero que tenha sido útil a você! Aproveito para te lembrar de dar aquele like iluminado, se inscrever no canal e postar seus comentários!

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