3 Passos: Elimine Crenças Limitantes

0 de 28 aulas concluídas (0%)

03 Como a crença se instala?

Aula 03 – Como a crença se instala?

Esta é uma prévia da aula

Inscreva-se ou faça login para assistir à aula.

Tempo de Leitura:

13–20 minutos

Saber muito não te torna inteligente. A inteligência está na forma que você reúne, julga, maneja e, sobretudo, onde e como usa a informação.

Carl Sagan

As crenças se instalam em nós por meio dos nossos sentidos e, portanto, da observação do que acontece ao nosso redor. A observação é um dos principais mecanismos pelo qual as crenças entram em nós. As crenças que vêm da observação podem ser provenientes de quaisquer fontes das que já citamos. Porque agora estamos olhando do ponto de vista do sujeito que recebe a informação e como ocorre esse processo de interiorizar as crenças.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 16 - Assimilação dos comportamentos, atitudes, pensamentos e sentimentos de outras pessoas e do meio externo pela observação.

Figura 16 – Assimilação dos comportamentos, atitudes, pensamentos e sentimentos de outras pessoas e do meio externo pela observação.

Assim, é pela observação que a pessoa assimila os comportamentos, atitudes, pensamentos e sentimentos das outras pessoas e de tudo que vem do meio externo. A pessoa pode refletir ou não sobre as informações que ela recebe. Mas, por alguma razão, ela se sente atraída por essas informações, ideias, princípios, valores e ela assimila ou decide se apropriar delas como suas crenças. Então, a pessoa passa a pensar, sentir e agir com base nessas crenças.

No meio desse processo, pode ter um filtro do raciocínio ou da intuição ou não ter nenhum filtro, apenas a aceitação pura e simples. Se a assimilação é feita usando o raciocínio, nós recebemos as informações do meio externo, raciocinamos sobre elas, digerimos, transformamos em um conhecimento que é válido para nós, com base nos valores que já temos, e tomamos a decisão de pensar daquela maneira, ou de juntar aquele novo conhecimento ao que já pensamos. Ou seja, nós nos apropriamos de forma consciente do que absorvemos e isso se torna uma crença em nós.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 17 - Observação e Informação: como absorvemos a informação do meio externo.

Figura 17 – Observação e Informação: como absorvemos a informação do meio externo.

Obviamente, os conhecimentos e crenças prévios que já temos em nós vão interferir diretamente na nossa capacidade de analisar, de filtrar e de absorver novos conhecimentos. Por isso, é muito importante que a gente se mantenha atualizado, sempre em contato com o novo e sempre com um olhar fluido e aberto para a vida, de modo que os conhecimentos não se cristalizem em nós.

Mas o problema mesmo é quando assimilamos as informações do meio externo sem nenhum filtro, de forma inconsciente. Essa inconsciência é uma faca de dois gumes. Tanto pode dar bons resultados e nos levar a um patamar superior de crenças potencializantes, ou seja, crenças que nos motivam a ser melhores como seres humanos, quanto pode dar péssimos resultados e nos levar ao precipício, e às crenças limitantes.

Isso depende da nossa maturidade. Se nós simplesmente observamos e assimilamos sem raciocinar, sem refletir, se somos levados pela correnteza das ideias alheias, aquela crença pode se tornar um obstáculo. Mas, se refletimos e adotamos conscientemente uma crença, então é algo mais elaborado, que vem de dentro de nós e não apenas de fora. Assim, as crenças que nascem da observação, mas também do raciocínio, podem ser algo genuíno e autêntico.

Infância

Se você olhar para uma criança, vai notar que ela faz muitas perguntas e, no raciocínio dela, está buscando a coerência entre o que ela vê e o que foi ensinado a ela. Se você ensina a criança que ela tem que dormir cedo e você, sendo o pai ou a mãe dela, vai dormir tarde, ela vai notar a inconsistência e vai te perguntar: “mas por que eu tenho que dormir cedo e você pode dormir tarde?” “Porque eu tenho que comer verduras se o papai não come?”. E ela também pergunta muitas coisas para criar o seu próprio referencial de mundo. Tem uma música da Paula Toller chamada “Oito anos” que fala exatamente sobre isso: a criança cheia de curiosidade, fazendo milhões de perguntas para formar o seu referencial de mundo.

Por que os ossos doem

Enquanto a gente dorme?

Por que os dentes caem?

Por onde os filhos saem?

[…]

Por que que a gente espirra?

Por que as unhas crescem?

Por que o sangue corre?

Por que que a gente morre?

Do quê é feita a nuvem?

Do quê é feita a neve?

Como é que se escreve

Reveillon?

(Paula Toller, 8 anos)

Assim a criança começa a formar suas crenças sobre a vida e sobre o mundo. Que podem ser ou não verdadeiras. Que podem ser fortalecedoras ou limitantes.

Vamos ver um exemplo de como nasce uma crença a partir da nossa observação e da comparação com outra pessoa. Você ouve sua família sempre dizendo que o seu irmão é o melhor, e todas as expectativas e holofotes estão sobre ele. Ninguém fala nada sobre você, nem elogio, nem crítica. É como se você fosse nada, como se não existisse. Então, o que você conclui? Que você é o pior, e que você nunca vai ser ninguém na vida.

Você começa a se comparar com o seu irmão em tudo. E aquilo se torna uma obsessão para você. E pela comparação, de fato, parece que você sempre se sai pior em tudo. Porque, na verdade, você já colocou o foco nisso, de que você é pior e você nem se esforça mais para se sair melhor, você começa a aceitar e a achar que aquilo é verdade. Você não se desafia mais.

Então, você raciocina e conclui o óbvio: eu sou o pior! Você passa a ter um complexo de inferioridade e você acha que vai ser sempre o pior, e que nunca vai ter valor para os outros. O seu irmão é o cara, não você. Aquilo acaba com você, mas você se conforma. Até que aquela crença se torna limitante e começa a impedir você de se dar bem na vida.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 18 - O jogo da comparação entre irmãos.

Figura 18 – O jogo da comparação entre irmãos.

Ou seja, não foi sua família que tornou você o pior, mas você mesmo observando o mundo e optando por comparar-se com o seu irmão, que era muito bom no que fazia. Pode ser que o seu irmão deu uma ajudinha sendo melhor em alguns aspectos. Mas foi você que escolheu ser o pior, e acreditar que você é o pior. Você poderia ter tido uma reação diferente. Por exemplo, competindo com o seu irmão ou se esforçando para ser muito bom em alguma outra coisa. Mas aquilo se tornou um círculo vicioso, porque ninguém disse nada de bom para você, e você decidiu por si mesmo não fazer nada de bom, nem se esforçar muito, logo você concluiu que você era ruim e optou por fazer o pior e aceitou ser medíocre. E você vai passar o resto da vida se lamentando e se comparando com o seu irmão? E colocando a culpa nele, porque ele é melhor que você? Ou você vai reagir e fazer alguma coisa para mudar a situação? Esse é o desafio dessa crença limitante.

Adolescência

Na adolescência, os questionamentos são mais profundos, mas o adolescente ainda está tentando formar o seu referencial de mundo e ser alguém autêntico. E normalmente, ele não fica satisfeito com o que foi ensinado a ele desde a infância, ele quer mais, quer ir além, quer ser alguém especial.

E ele passa a ter mais contato com o mundo externo, fora do ambiente familiar. E passa a receber mais informações do meio, que ele pode comparar com as informações que ele já tem. No entanto, toda essa mudança começa a interferir no comportamento, no modo de pensar e principalmente no emocional. 

E ele está naquela fase em que ele ainda não é independente, mas não é totalmente dependente. É uma espécie de limbo, de umbral, de onde ele não sabe muito bem como sair. Se ele for para a frente e se tornar independente, vai ter que se responsabilizar por sua própria vida e arcar com as consequências de tudo que ele fizer. 

Se ele voltar para trás, vai voltar a ser dependente, não precisará arcar com as consequências, porque alguém fará isso por ele, mas ele terá que aceitar a dependência dos pais. É muito difícil decidir o que fazer. Nessa fase, as crenças podem ter muitas reviravoltas, muitos altos e baixos. E então surgem conflitos, rebeldia, problemas emocionais, entre outros.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 19 - Os dilemas da adolescência.

Figura 19 – Os dilemas da adolescência.

Uma crença muito comum que nasce da observação durante a adolescência é sobre os ídolos e a fama e está diretamente relacionado à carência. Quando nós idolatramos uma pessoa, normalmente é por carência de nós mesmos. Qual é a nossa tendência nesses casos? É de observar e imitar a pessoa que admiramos e passarmos a nos comportar como ela, até nos trejeitos, nas roupas, no modo de se expressar, nas atitudes e gostos.

Mas por que nós fazemos isso? Porque acreditamos que, sendo como aquela pessoa famosa, seremos amados como ela, seremos badalados como ela. Não é porque convivemos com a pessoa e, instintivamente, seguimos o comportamento dela. É porque decidimos, optamos por fazer aquilo, para sermos amados como aquela pessoa. O que nós queremos não é ser como a pessoa, o que queremos, na verdade, é ter o mesmo resultado, ter a mesma consequência que a pessoa famosa tem, ou seja, a fama, o amor das pessoas. Só que nem sempre percebemos porquê fazemos aquilo.

Claro que existe a admiração sadia, que leva o admirador a se inspirar na pessoa. E essa admiração faz com que ele cresça, progrida e vá para os patamares superiores. E esse é o caminho do meio, uma admiração sadia, em que você aprecia a pessoa e se inspira nela, e continua a ser você mesmo. Mas quando isso deixa de ser sadio, e passamos a idolatrar e imitar alguém querendo obter os mesmos resultados que esse alguém, quase sempre deixamos de ser nós mesmos.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 19 - Admiração Sadia x Idolatria.

Muitas vezes, é porque não sabemos como nós realmente somos, especialmente na adolescência. Por isso é que muitos adolescentes se inspiram em pessoas famosas e querem ser como eles. Porque ainda não conseguiram definir claramente sua identidade. Isso é normal e dura algum tempo, então o adolescente fica experimentando personalidades, para ver em qual delas ele se encaixa melhor. 

Então, um dia você acorda e percebe que não consegue ser como aquele ídolo. Que essa tentativa de ser como ele só atrasou sua vida, que foi infrutífero, um tempo perdido. E você percebe que reprimiu o seu verdadeiro jeito de ser. E, com isso, as pessoas foram se afastando, porque você se tornou algo estranho, que nem era aquele ídolo, nem era você mesmo.

E você achando que todo mundo ia gostar mais de você, se você fosse como aquele famoso. Na verdade, foi exatamente o contrário. Porque aquele ídolo é único, todas as cópias são pura pirataria. Mesmo se ele tiver um irmão gêmeo, com o mesmo dom, eles não vão ser iguais. 

E agora, você vai precisar enxergar aquele ídolo como uma pessoa normal, que tem virtudes e defeitos. E o mais importante: enxergar que você não precisa ser cópia de ninguém, porque você é único, cada pessoa é um indivíduo único. E que o seu DNA, seu mapa genético, sua família, seu ambiente, sua cultura e, principalmente, sua luz interior, é o que torna você um ser único e especial. Não tem nada a ver com os outros.

Maturidade

O adulto já está mais centrado quanto às crenças, porque ele já decidiu, já optou por um caminho de continuar dependente ou ter mais liberdade e responsabilidade. Seja como for, nessa fase mais madura, a maioria das nossas crenças já estão formadas.

Infelizmente, uma parte dessas crenças vem da observação do meio externo e nós aceitamos sem muito critério. E vamos vivendo anestesiados com as crenças, até que elas se tornam limitantes. Nessa etapa da vida, já temos uma personalidade bem formada, valores bem definidos e, em geral, sabemos para onde estamos indo, somos mais objetivos. Mas tem uma coisa que nos pega em qualquer idade e condição e põe à prova todos os nossos princípios e valores, que é a paixão. Não estou falando de amor, e sim, de paixão. É outra crença que nasce da observação e que tem origem na nossa carência, na falta de amor próprio, ou pior, na autoestima baixa.

Quando uma pessoa se apaixona, ela tem a tendência a observar tudo que a pessoa amada gosta para poder agradar. Isso até certo ponto é saudável, porque existe uma troca entre o casal em que um faz pelo outro, para demonstrar o afeto que sentem, e isso torna a relação mais equilibrada e mais gratificante para ambos.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 20 - Paixão como crença  limitante: a pessoa apaixonada que faz tudo para agradar a pessoa amada.

Figura 20 – Paixão como crença limitante: a pessoa apaixonada que faz tudo para agradar a pessoa amada.

Mas tem casos em que esses limites são extrapolados, principalmente quando apenas um se apaixona e o outro não, quando é uma paixão unilateral. Nesses casos, a pessoa apaixonada aceita tudo que a pessoa amada faz com ela para provar o seu amor. Porque se não fizer tudo que o outro quer, vai desagradar e pode ser desprezada. E por que a pessoa apaixonada faz isso? Porque ela quer ser amada. Porque tem carência de amor. E por que ela precisa tanto do amor do outro? Porque não ama a si mesma.

Assim, ela passa a se comportar de forma diferente do que ela realmente é, a fim de satisfazer os caprichos do outro, para ser amada. No caso da paixão, justamente por deixar de ser quem é e fazer tudo que o outro quer é que o ser amado nem chega a gostar ou deixa de gostar dela, de admirar ela. Porque a pessoa amada gostava dela, justamente por ela ter uma essência e ser alguém autêntico e genuíno. 

Quando você deixa de ser autêntico para agradar, o que mais a pessoa vai gostar em você? Não tem nada mais para ela gostar, porque você vai ser apenas um reflexo dela. E muitas vezes a pessoa não quer o próprio reflexo, ela quer alguém que seja de verdade. E assim o relacionamento vai para o beleléu.

Muito do que nós fazemos na vida tem como único objetivo sermos amados, inclusive observar e imitar os comportamentos, os pensamentos e os sentimentos dos outros. E quando idolatramos uma pessoa ou nos apaixonamos é porque estamos carentes e queremos ser amados. Mas paixão e amor são sentimentos bem diferentes.

A paixão é quando você acredita que o outro pode completar você. É como se você fosse uma lâmpada apagada ou fraquinha. E o outro é uma lâmpada forte, que vem para alimentar você. Você fica dependente. Às vezes, ele também é uma lâmpada fraquinha, que você vai alimentar. São casos de paixão mútua, em que um alimenta o outro. Mas ainda é uma dependência e uma escassez mútua.

Amor é diferente! É a união de duas forças, de duas energias, de duas lâmpadas. Cada um tem a sua própria luz e as duas juntas iluminam um espaço maior. O amor entre dois seres é algo que se expande e ilumina tudo ao redor. Se isso não acontece, é porque não é amor, é paixão ou é outra coisa. 

Então, o amor não pode vir dos outros para te preencher, ele tem que vir de você mesmo. E quando você se ama, você se ilumina, sua energia, sua luz aparece para os outros. Só então, você pode ser amado pelos outros, porque eles conseguem ver a luz em você.

Por isso, precisamos ser muito cuidadosos ao observar, raciocinar e selecionar o que vem de fora para definirmos as nossas crenças. Precisamos estar muito centrados, para não sermos influenciados pela comparação com os outros e, principalmente, pelas nossas carências.

Observador

Em geral, nós concluímos que um modo de pensar e de agir é o melhor para nós, com base naquilo que nosso ego sente, e não com base em nossa intuição. E o nosso ego também é construído a partir das informações do meio externo. Ele está sempre voltado para fora, querendo suprir suas necessidades e desejos. 

E como o ego se realiza? Ele busca o dinheiro, o sucesso, a felicidade, o amor romântico, principalmente com base nos relacionamentos e nas coisas materiais. Quando começamos a busca pela realização dos nossos desejos, em geral, é o momento em que as crenças limitantes vão nos incomodar. Porque nós criamos uma série de valores, princípios e crenças que formam a nossa personalidade para viver no mundo. E isso é o que vai nortear as nossas buscas e os nossos objetivos.

Fazendo uma síntese, nós chegamos ao mundo com nossos sentidos e nos tornamos os observadores de tudo ao nosso redor. Nós absorvemos as informações do meio que observamos, transformamos essas informações em conhecimentos, transformamos esses conhecimentos em valores que vão nortear a nossa vida. Esses valores se tornam as nossas crenças. E algumas dessas crenças se tornam limitantes, quando tentamos atingir algum objetivo. Por isso, a observação é uma chave importante como um mecanismo de formação das crenças limitantes.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 21 - Ciclo da Informação.

Figura 21 – Ciclo da Informação.

Se considerarmos a física quântica de Amit Goswami, ele fala sobre o “efeito do observador”. Isso significa que o ato de observar algo transforma possibilidades quânticas em experiências reais na consciência desse observador (Goswami, 2015). Dessa forma, a realidade só existe a partir do ponto de vista do observador.

Ou seja, quando você observa as pessoas, as coisas e as situações, você absorve e tira suas próprias conclusões, e, com isso, a realidade passa a ser aquilo que você criou a partir da sua observação. Nessa teoria, você se torna um co-criador da realidade, porque você se torna um criador juntamente com o Divino. Por isso esse “co”, da palavra co-criador, significa “junto”. Co-criar significa “criar junto”, “criar com”. Pela teoria de Goswami, cada ser senciente é um co-criador da realidade pela observação.

3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Figura 22 - Etimologia da palavra “observar”.

Figura 22 – Etimologia da palavra “observar”.

Assim, é muito importante que haja a consciência entre a observação e a aceitação de valores como crenças. Porque, se você observar a realidade e interpretar de uma forma negativa, você vai passar a criar, a ter mais dessa realidade mal interpretada e negativa. Você vai atrair, vai magnetizar para você tudo que venha para confirmar essa interpretação distorcida que você faz do mundo.

Resumindo, temos três fontes principais, a partir das quais nossas crenças se formam:

  1. do comportamento de outras pessoas, as quais imitamos;
  2. do modo de pensar de outras pessoas, que formam nossas ideias;
  3. das sensações, emoções e sentimentos que absorvemos do meio;

E como essas crenças se instalam em nós:

  1. por meio dos nossos 5 sentidos, absorvemos as informações do meio externo;
  2. armazenamos as informações que recebemos em nossa mente;
  3. a partir da informação armazenada, nós criamos conhecimento;
  4. a partir dos conhecimentos, nós decidimos nosso modo de pensar e criamos as nossas crenças
  5. algumas dessas crenças passam a ser obstáculos ao nosso desenvolvimento, e se tornam crenças limitantes
3 Passos para Eliminar Crenças Limitantes - Aula 02 - Figura 22A - As Fontes das Nossas Crenças

Figura 22a – As Fontes das Nossas Crenças.

Parabéns por não desistir e por buscar sua liberdade interior!
Você já evoluiu muito e agora está pronto para o próximo salto.
Continue forte: Aula seguinte

Por favor, confirme seu e-mail
Obrigada por sua inscrição!

Para concluir o processo de confirmação, por favor, clique no link da mensagem enviada para o e-mail que você nos indicou.

Caso você não receba o e-mail em instantes, por favor, verifique em sua caixa de spam e marque os e-mails do Alfarrábios da Alma como "não é spam".

Saudações de luz!
Alfarrábios da Alma

Assine Nossa Newsletter

Receba conteúdos fantásticos sobre autoconhecimento, espiritualidade e denvolvimento pessoal para tornar sua vida cada vez mais plena!!!

*Não enviamos spam!

Assine Nossa Newsletter

Receba conteúdos fantásticos sobre autoconhecimento, espiritualidade e denvolvimento pessoal para tornar sua vida cada vez mais plena!!!

*Não enviamos spam!